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31 julho 2011

Por Favor de sua opinião vc que entende!Vcs mães de crianças especias como eu me ajude

 

 

Vcs mães de crianças especias como eu me ajude ! e quem não tem filhos enfim todos, pois pra mim todas as crianças são especiais não existe nada mais lindo que uma criança.  Muita gente fala sobre a alimentação, que existe coisas que a criança não pode comer eu gostaria de saber, A Pérolla comia tudo, não sei porque vive com fome o tempo todo, imagino que a fome insaciável é do remédio , mas agora estar rejeitando as alimentações primordiais que antes ela comia, como feijão com arroz., que é base, o pior ela não gosta de iogurte, nem de leite, nem de engrossante (mingau) mas e a falta de cálcio ? ela precisa, ela é pequena nasceu com 1 kg em uma gestação de 6 meses, aqueles partos de emergência, o pior é que a fome não passa, mas ela só come o que ela quer, e são coisas que não são saudáveis como batata frita, de saquinho, miojo, olha só! imagina miojo! e se não der ela se zanga e se machuca com as próprias mãos, por favor me dê uma dica. Ela toma Risperidona e Depakene ela se dar, mas vive se aborrecendo até cm desenhos animados que colocamos pra ela assistir, temos que advinhar qual ela quer até lá ela já se machucou, nos machucou, estar demais, me ajudem, me dê sua opinião

De Nilzete mãe de menina Autista


querida amiga passo a mesma situação com o willian na questaão de alimentos ele só quer alimentos não saudáveis...recomendo que vc não deixe de dar o que ela quer mas procure tentar dar uma fruta que ela gosta, refrigerante procure não dar.. de sucos e o leite iogurte geralmente eles ejeitam isso por causa até mesmo do glutem em certos alimentos procure evitar não faz bem falo por experiencia faça trocas aos poucos nos alimentos vai dar certo procure tirar aqueles alimentos que vc ve que é a mais e invista pelo menos em uma fruta que ela goste e sucos ao invés de salgadinhos pipoca doce, ofereça cuscuz acho que ela pode gostar carne com farinha tente algo mas fike tranquila e tente e de tempo ao tempo aos poucos as coisas irão sem encaixar.

recomendo que vc compre um livro que te oriente sobre o autismo e eu tenho um que é ótimo pra lhe recomendar é neste site o valor ou vc pod ir numa livraria lá tem muitas experiencias e orientaçoes


http://www.livrariacpad.com.br/Deixe-vir-a-mim-todas-as-criancas/Educacao-crista/Livros/167364.html?acao=DT&prod_id=207440&dep=4732&secao=14817&

 

 


Este é um livro muito orientador sobre várias síndromes mas destaca-se bastante experiencias sobre o autismo, também fala muito e nos instrui a fazer inclusão das crianças especiais na escola biblica de nossas igrejas é muito bom excelente para falar do amor de Deus as crianças especiais sobre o plano de salvação e histórias biblicas recomendo !

detalhe:quero ver isso em prática nas nossas igrejas!!

Formato:21,5 x 28cm / 144 págs

Acabamento: Brochura

ISBN 978-85-263-0940-1

Malesa Breeding

Autora CPAD

Dana Hood

Autora CPAD

Jerry Whitworth

Autor CPAD

Adaptação de Material Didático para Autistas - Parte #2/5

30 julho 2011

VIDA DE MÃES ESPECIAS E ASSIM !!!!

VIDA DE MÃES ESPECIAS E ASSIM !!!!

SOMOS MÃES ESPECIAIS
PORQUE DEUS ASSIM QUIS
MESMO ESTANDO MAL
TEMOS QUE PARECER FELIZ
TEMOS QUE DAR A FORÇA
COM MUITO CARINHO E AMOR
MESMO QUE CHORE POR DENTRO
TENHO QUE DAR MUITO VALOR
TENHO QUE TER FORÇA E CORAGEM
MESMO SENDO GRANDE MINHA DOR
TENHO QUE DAR UM SORRISO
PARA FAZE-LO SORRIR
SÃO OS NOSSOS FILHOS QUERIDOS
EU TENHO DE AJUDAR
É ASSIM QUE VIVEMOS
SOMOS PAIS ESPECIAS
LUTAMOS DIA APÓS DIA
ATÉ NÃO PODER MAIS
FAZEMOS DE NOSSO FILHOS
PEUQENOS GRANDES HERÓIS
DAMOS TODO AMOR
REDOBRAMOS NOSSO CARINHO
ESQUECENDO NOSSA DOR
VIRO O MUNDO INTEIRO SE ASSIM FOR PRECISO
MAIS LUTO SEM PARAR
PARA CRIAR NOSSOS FILHOS
DOU TODA A MINHA FORÇA
COM MUITO CARINHO E AMOR
TUDO TEMOS QUE TENTAR
E DARMOS MUITO VALOR
SOMOS MAES E PAIS ESPECIAIS
QUE DEUS ABENÇÕOU...
MAIS AS NOSSAS CRIANÇAS
VAMOS SEMPRE AJUDAR
A CADA DIA DIA
COM CERTEZA JAMAIS DEIXAREMOS DE LUTAR.

fonte:Aqui tem calor humano e muito amor

Como se sentem os “aspis”?

Em Portugal, estima-se que 30 mil pessoas apresentam síndrome de Asperger. Compreender os sentimentos dos "aspis" pode ajudar imenso quem convive diariamente com eles e quem, por dever profissional, deve contribuir para potenciar ao máximo o seu desenvolvimento.

O desconhecimento que ainda paira à volta da síndrome de Asperger leva-me a retomar o tema recentemente abordado (link com o artigo Asperger: será?), até porque não se trata de uma perturbação rara. Em Portugal estima-se que 30 mil pessoas apresentam síndrome de Asperger. Compreender os sentimentos dos "aspis" pode ajudar imenso quem convive diariamente com eles e quem, por dever profissional, deve contribuir para potenciar ao máximo o seu desenvolvimento. Quando se chega à conclusão de que uma criança é asperger tem de se fazer uma leitura muito específica do seu comportamento e direcionar a intervenção no sentido de a ajudar a desmontar um mundo que para ela é muito estranho e complexo.
O que pode ser confuso/enigmático/perturbador para os "aspis"?

"Quando chamo gordo a um colega ele parece não gostar e agride-me. Porque será que fica tão ofendido, se efetivamente ele é gordo?"
O desconhecimento das regras tácitas em termos de interação social, torna a vida destas crianças muito difícil. Para elas não é evidente que chamar "gordo", "chato" ou outra coisa menos simpática pode gerar grande antipatia nos outros. "Porque é que não posso chamar gordo ao colega, se ele tem evidentemente quilos a mais?" "Porque é que o professor fica ofendido quando eu lhe digo que as aulas dele são uma "seca" e que não percebo nada do que ele diz?" A irmã de uma pré-adolescente que tenho acompanhado dizia-me recentemente: "ela não sabe guardar segredos, apesar de já ser tão crescida, ainda não percebe que há coisas que não devemos partilhar".
"Quando os meus amigos contam anedotas, eu finjo que acho muita graça, mas sinceramente nunca percebo onde está realmente a piada."
Para os "aspis", metáforas e palavras com significado duplo são verdadeiros enigmas. Como é que crianças inteligentes não percebem o que está para além do literalmente afirmado? Porque esta é uma característica delas, que temos de compreender e aceitar como sendo intrínseca. Independentemente das nossas questões, o que temos a fazer é ajudá-las a ir percebendo e desmontando tudo o que possa ter um segundo sentido.
"Porque é que as pessoas dizem uma coisa e fazem outra? O facto de estar sempre tudo a mudar baralha-me e perturba-me profundamente."
Os "aspis" gostam de rotinas e aceitam a mudança com relutância. Por este motivo, têm dificuldade em se sentir bem em ambientes menos estruturados ou com rotinas e expectativas que são menos claras. Recentemente, uma mãe contava-me que o filho ficava perturbadíssimo sempre que esta seguia um caminho diferente na deslocação da escola para casa e vice-versa. Uma outra mãe referia que a alteração do conteúdo de uma refeição, previamente estabelecido, era, por si só, fonte de grande perturbação para a filha. É muito habitual os pais referirem que os filhos "aspis" impõem rotinas rígidas a si próprios e aos que os rodeiam.
"Porque é que quando começo a falar de animais os outros me mandam calar?"
Num atendimento recente a uma menina com esta síndrome, esta dizia-me que, no recreio, o local que mais adorava e onde habitualmente permanecia era junto a um lago. Sempre que tinha a companhia de alguém que adorasse peixes e outros seres aquáticos sentia-se feliz. O entusiasmo com que falava da vida aquática e o conhecimento sobre aspetos específicos inerentes a este tema deixou-me perplexa. Tal como a menina referida, os "aspis" têm, geralmente, áreas de interesse muito específicas e absorventes que podem ser: comboios, computadores, dinossauros, mapas, jogos, etc. Conheço uma criança asperger que tem uma quantidade infindável de miniaturas de animais, sendo este o seu tema predileto. Porque querem falar sempre do mesmo assunto, são percecionadas pelos outros como maçadoras.
Para terminar, uma mensagem aos pais que acabam de descobrir que têm em casa um "aspi". Em primeiro lugar, é indispensável aceitar que o vosso filho tem características muito particulares e, em segundo, é fundamental dar a conhecer a quem o rodeia que ele tem uma forma muito particular de se relacionar com o mundo e com os outros, explicando as razões. Se assim não fizerem, muito dos comportamentos do vosso filho serão injustamente julgados pelos outros como indicadores de má educação.

fonte:Educare.pthttp://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=90393CD59D8BF36DE0400A0AB8001D4D&channelid=90393CD59D8BF36DE0400A0AB8001D4D&schemaid=&opsel=2

Asperger: Será?

Na escola são crianças que apresentam geralmente um bom desempenho académico e, por isso, para os pais é incompreensível que os filhos compreendam perfeitamente raciocínios matemáticos complexos mas desconheçam as regras básicas para fazer amigos.

É sobretudo o sentimento de estranheza que leva os pais à consulta. São pais que consideram que os seus filhos têm algo de estranho, mas não conseguem definir exatamente o que os torna diferentes. Curiosamente, quando falamos com os filhos também eles partilham este sentimento de que algo os diferencia das outras pessoas.
Os pediatras, a quem por vezes estes pais pedem ajuda, habitualmente consideram que tudo está bem e não há razão para preocupação.
Na escola são crianças que apresentam geralmente um bom desempenho académico e, por isso, para os pais é incompreensível que os filhos compreendam perfeitamente raciocínios matemáticos complexos mas desconheçam as regras básicas para fazer amigos.
Frequentemente estas crianças confundem-se com as que apresentam défice de atenção, pois muito habitualmente parecem viver no mundo da lua. Há já alguns anos atrás, uma mãe relatou-me que, na tentativa de curar o filho de algo que ela própria não entendia muito bem, o levara a Espanha, quando este frequentava o primeiro ciclo de escolaridade, e que lá lhe fizeram uma terapia complexa, cujos fundamentos não consegui perceber. A terapia não surtira os resultados desejados e só quando o filho tinha 14 anos descobriram o que o tornava um pouco mais diferente dos outros, tinha a síndrome de Asperger (SA).
Tal como qualquer criança ou jovem, os detentores da síndrome apresentam talentos e dificuldades. No entanto, as suas capacidades e lacunas são em áreas muito específicas, pelo facto de o seu cérebro ser muito bom a processar determinado tipo de informação, como, por exemplo, factos e números, e apresentar dificuldade em compreender o que as pessoas pensam, sentem e comunicam.
O facto de cada criança ser diferente de todas as outras leva a que nem sempre se faça um diagnóstico imediato. Recordo-me que andei quase um ano letivo para perceber que uma jovem que estava em acompanhamento apresentava SA. Andava à procura de algo diferente, dado que a preocupação que motivou o seu encaminhamento se prendia com problemas que não eram indiciadores de que esta menina apresentasse a síndrome em questão.
Na minha prática profissional vou constatando que, à volta desta síndrome, há ainda um grande desconhecimento. Por isso, penso que fará algum sentido refletir sobre algumas características destas pessoas, que frequentemente são pensadores originais e que se poderão tornar especialistas nas suas áreas de interesse. Como diria Tony Attwood, um psicólogo australiano com uma grande experiência em SA, o mundo precisa de pessoas com estas características. Penso que o seu raciocínio está correto e que, se compreendermos a forma muito típica de estar dos portadores de SA, os acharemos pessoas deliciosas e encantadoras, sobretudo porque são muito genuínos e sem malícia.
Comecemos pelos talentos. As crianças com SA têm habitualmente muito boa memória e apresentam um largo conhecimento numa área de interesse, por exemplo, clubes de futebol, dinossauros ou vida marinha. A matemática e a informática são frequentemente áreas fortes. Existe um elevado número de pessoas famosas que apresentam muitos traços característicos de SA: Bill Gates e Einstein são dois exemplos muito citados. Na Internet existe uma lista absolutamente fabulosa de personalidades famosas que se suspeita terem SA.
Uma das dificuldades mais acentuadas nestes jovens é a interação social porque apresentam uma grande dificuldade em compreender a linguagem corporal e em saber o que a outra pessoa está a pensar ou a sentir. Recordo-me de, num atendimento com uma pré-adolescente com SA, cujo diagnóstico ainda não estava definido, esta começar a chorar quando lhe pedi para explicar os seus sentimentos. Mais tarde, percebi que as suas lágrimas traduziam a sua frustração por não conseguir dar resposta à tarefa que lhe propus.
fonte:Educare.pt

Rapaz vive há 2 anos em hospital, sem notícias da família

Médicos e enfermeiras querem encontrar família do rapaz, que está em hospital há 2 anos,

sem qualquer notícia dos parentes

 

 

fonte:Rede TV

29 julho 2011

TESTE DE AUTISMO

Quiz autismo / Asperger

Use este teste para ajudar a determinar 
se você pode precisar consultar um profissional de saúde mental para o diagnóstico 
e tratamento de autismo ou síndrome de Asperger.

_________________________


Instruções: Esta é uma medida de triagem para ajudar a determinar se você pode ter um transtorno do espectro do autismo (incluindo transtorno de Asperger). Este questionário de triagem não é projetado para fazer um diagnóstico ou tomar o lugar de um diagnóstico profissional ou consulta. Por favor, tome o tempo para preencher o formulário abaixo com a maior precisão, honesta e completa possível. Todas as suas respostas são confidenciais.


_________________________



Definitivamente concordo

Concordo um pouco

Discordo um pouco

Definitivamente Discordo

1

Eu prefiro fazer as coisas com os outros ao invés de por minha conta.

2

Eu prefiro fazer as coisas da mesma maneira uma e outra vez.

3

Se eu tentar imaginar algo, acho que é muito fácil criar uma imagem em minha mente.

4

Eu freqüentemente se tão fortemente absorvida em uma coisa que eu perder de vista outras coisas.

5

Eu sempre aviso pequenos sons quando os outros não.

6

Eu costumo observar as placas do carro número ou seqüências similares de informação.

7

Outras pessoas freqüentemente me dizem que o que eu disse é falta de educação, embora eu acho que é educado.

8

Quando eu estou lendo uma história, eu posso facilmente imaginar o que os personagens possam parecer.

9

Sou fascinado por datas.

10

Em um grupo social, eu posso facilmente manter o controle de várias conversas de diferentes pessoas.

Definitivamente Agree

Concordo um pouco

Discordo um pouco

Definitivamente Discordo

11

Eu acho situações sociais fácil.

12

Tenho tendência a perceber detalhes que os outros não.

13

Eu prefiro ir a uma biblioteca do que para uma festa.

14

Acho inventando histórias fácil.

15

Encontro-me atraído mais fortemente para as pessoas do que às coisas.

16

Eu tendem a ter interesses muito forte, que eu fico chateado se eu não posso prosseguir.

17

Gosto de bate-papo social.

18

Quando eu falo, nem sempre é fácil para os outros para obter uma palavra edgewise.

19

Sou fascinado por números.

20

Quando eu estou lendo uma história, acho que é difícil trabalhar as intenções dos personagens.

Definitivamente Agree

Concordo um pouco

Discordo um pouco

Definitivamente Discordo

21

Eu particularmente não gosto de ler ficção.

22

Acho que é difícil fazer novos amigos.

23

Percebo padrões nas coisas o tempo todo.

24

Eu prefiro ir ao teatro do que para um museu.

25

Ele não perturbar-me se minha rotina diária é perturbado.

26

Eu freqüentemente acho que eu não sei como manter uma conversa.

27

Acho que é fácil de "ler nas entrelinhas" quando alguém está falando comigo.

28

Eu geralmente se concentrar mais em toda a imagem, em vez de os pequenos detalhes.

29

Eu não sou muito bom em lembrar números de telefone.

30

Eu não costumo observar pequenas alterações em uma situação ou a aparência de uma pessoa.

Definitivamente Agree

Concordo um pouco

Discordo um pouco

Definitivamente Discordo

31

Eu sei como dizer se alguém está me ouvindo está ficando entediado.

32

Acho que é fácil de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo.

33

Quando eu falo no telefone, eu não tenho certeza de quando é minha vez de falar.

34

Gosto de fazer as coisas espontaneamente.

35

Muitas vezes sou o último a entender o ponto de uma piada.

36

Acho que é fácil de trabalhar fora o que alguém está pensando ou sentindo só de olhar para sua cara.

37

Se houver uma interrupção, eu posso voltar ao que eu estava fazendo muito rapidamente.

38

Eu sou boa em bate-papo social.

39

Muitas vezes as pessoas me dizem que eu continuo indo sobre e sobre a mesma coisa.

40

Quando eu era jovem, eu gostava de fazer brincadeiras envolvendo fingindo com outras crianças.

Definitivamente Agree

Concordo um pouco

Discordo um pouco

Definitivamente Discordo

41

Eu gosto de coletar informações sobre as categorias de coisas (por exemplo, os tipos de carros, aves, trens, plantas).

42

Acho que é difícil imaginar o que seria como ser outra pessoa.

43

Eu gosto de planejar cuidadosamente todas as atividades que eu participar pol

44

Eu gosto de ocasiões sociais.

45

Acho que é difícil trabalhar as intenções das pessoas.

46

Novas situações faz-me ansioso.

47

Gosto de conhecer novas pessoas.

48

Eu sou um bom diplomata.

49

Eu não sou muito bom em lembrar data de nascimento das pessoas.

50

Acho que é muito fácil de jogar jogos com as crianças que envolvem fingindo.


Resultados de seu
autismo / Quiz Asperger Triagem

RESULTADOS
Se você marcou ...

34 -Autismo provavelmente

30 a 33 autismo Possível

0 a 29 Não autismo

 
fonte:
http://psychcentral.com/quizzes/autism.htm

28 julho 2011

Claudia Marcelino fala de autismo na Record, programa Hoje em Dia

ONG de Curitiba oferece tratamento gratuito para crianças com deficiência

Para conseguir uma das 29 vagas, os pais devem agendar uma entrevista.
Tratamento será acompanhado por equipe multidisciplinar.

ONG Abracce, de Curitiba, oferece tratamentos e oficinas gratuitas para crianças com patologias neurológicas, que ocorrem até os três anos, síndromes e autismo. Para conseguir uma das 29 vagas, os pais devem agendar uma entrevista com a assistente social da ONG, que fará uma avaliação.

Serão ofertadas oficinas de arte, fisioterapia, terapia ocupacional, acupuntura auricular, fonoaudiologia, terapia assistida por animais, grupos psicoterapêuticos para famílias, entre outros atendimentos. O tratamento será acompanhado por uma equipe multidisciplinar.

A Abracce fica Rua Senador Souza Naves, 1588, no bairro Cristo Rei. Para agendar a entrevista, o telefone é o (41) 3022-4618.

fonte:http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/07/ong-de-curitiba-oferece-tratamento-gratuito-para-criancas-com-deficiencia.html

Criança Esperança filma a história de Jobson, um autista salvo pela música

A história do músico que tinha dificuldade para se comunicar e hoje faz cover de Roberto Carlos vai ser mostrada no show apresentado em agosto

image

Quando fiz o primeiro filme para o Criança Esperança, senti que algo mudou em minha vida. Senti que alguém tentava me dizer algo, mas não com palavras, com gestos ou coisas de televisão. Demorou um tempo para eu entender. Eu, que trabalho em um veículo de comunicação que fala para o mundo inteiro, perguntei a mim mesmo: por que eu? E, nesse momento, a gente sempre faz a mesma pergunta. Por que nós? Por que aqui em Natal? Por que aqui com vocês? Talvez a gente nunca saiba responder. Mas sabe que é porque vocês são pessoas especiais. O importante é que estamos aqui para ouvir o que vocês têm a dizer de mais íntimo. Vamos entender a história do Jobson, sabendo que essas palavras vão para o ouvido de outros pais. Respeitamos muito vocês e estamos muito agradecidos.”

Foi com essas palavras de carinho e conforto que o diretor Emerson Muzeli deu início à entrevista com os pais de Jobson Maia, um autista que foi salvo pelo amor e pela música de Roberto Carlos. Ademilson e Lourdes receberam em sua casa, em Natal, a equipe do Criança Esperança que está viajando por todas as regiões do Brasil, para contar e reconstruir a história de superação da família Maia. Além das conversas com o casal, foram registradas na capital do Rio Grande do Norte cenas que retratam diversas fases da vida do personagem principal, com direito a atores locais e um show no Teatro Alberto Maranhão para fechar o filme com chave de ouro.

Atores que representaram Jobson na infância e na adolescência (Foto: Christina Fuscaldo)

Atores que representaram Jobson na infância e
na adolescência (Foto: Christina Fuscaldo)

“Participar do Criança Esperança era um sonho que eu tinha. Gravei muitas cenas que representam a história da minha vida atual e também de antigamente. O ator mirim representou minha infância. Me deixou um pouco emocionado. No show, canto muitas músicas bonitas de Roberto Carlos. Minha paixão por ele começou aos três anos de idade, quando ouvi pela primeira vez e fui aumentar o volume para ouvir melhor. Fiz pesquisas por discos, revistas, livros, tudo. A música me ajudou a superar as barreiras”, disse Jobson entre uma cena e outra.

O momento em que o menino gira o botão do rádio do carro do pai para ouvir Roberto Carlos é um dos pontos altos da vida da família Maia e do vídeo dirigido por Muzeli. Jobson nasceu em 1978, mas ele, o pai e a mãe levaram três anos numa peregrinação de médico em médico para descobrir porque o filho não falava, andava ou respondia a estímulos. Pouca gente sabia o que era autismo.

“Muita gente dizia que estávamos gastando dinheiro e que aquilo não tinha cura. Mas a fé da gente era maior do que o que o povo estava falando”, contou dona Lourdes.

Companheira no dia a dia de Jobson, a mãe passou por muito constrangimento e humilhação nas ruas de Natal. Lourdes se emocionou ao lembrar do momento em que um senhor, dentro de um ônibus no qual o menino não queria entrar nem sair, colocou a mão em Jobson e disse: “Seu filho vai ser curado.”

Cena em que Jobson Maia criança aumenta o som do carro para ouvir Roberto Carlos (Foto: Christina Fuscaldo)Cena em que Jobson Maia criança aumenta o
som do carro (Foto: Christina Fuscaldo)

“Aquele momento foi muito forte. Normalmente as pessoas ignoravam, porque não entendiam. Quem conviveu mais com as pessoas xingando fui eu”, desabafou.

Ademilson lembrou da dificuldade que era para encontrar escola que aceitasse Jobson como aluno. O pai chegou a entrar em sala para pedir compreensão e solidariedade aos coleguinhas do seu filho e precisou falar o que muitas diretoras preferem não ouvir. Certa vez, ao receber uma negativa dentro de uma instituição de ensino católica, questionou se a diretora era mesmo uma representante de Deus. E olha que fé é a palavra de ordem dos religiosos Maia.

“Vontade de bater nos outros, eu não tinha porque minha dimensão de amor é muito grande. Gritei muitas vezes (para desabafar). Chamavam Jobson de louco, mas isso jamais nos impediu de levá-lo a todos os lugares”, disse Ademilson. “Nos colégios era assim, como também nos restaurantes e nas praças. A gente começou a ter medo de tudo. Aí é que veio a reação de querermos transformar isso.”

Jobson Maia é filmado entrando em um dos sebos que frequenta (Foto: Christina Fuscaldo)

Jobson Maia é filmado entrando em um dos
sebos que frequenta (Foto: Christina Fuscaldo)

Ademilson e Loudes investiram no tratamento de Jobson e estimularam sua paixão pela música. O menino ganhou um violão e, mais velho um pouco, conquistou o teclado, equipamento necessário para seus shows. Jobson estudou música, passou a sair sozinho para fazer pesquisas em sebos e, hoje, não está mais “em outro mundo”, como costumam dizer que vivem os autistas. Jobson conversa, conta casos, lembra de detalhes de diversos discos e faz shows de uma hora só com sucessos de Roberto Carlos. A música que conduz toda essa história, e mais detalhes sobre ela, você vai ver no show do Criança Esperança, no dia 20 de agosto.

fonte:http://redeglobo.globo.com/criancaesperanca/noticia/2011/07/crianca-esperanca-filma-jobson-maia-um-autista-salvo-pela-musica.html



Eles dificilmente divulgam o tipo de autismo que a criança tem! Mas com a experiência q tenho,digo, com certeza, que Jobson é Síndrome de Asperger (Coeficiente intelectual geralmente acima do normal) ou autista de auto funcionamento! Infelizmente, não é a realidade da maioria dos autistas no Brasil! O criança esperança pediu para que escrevessemos nossas histórias de vida, mas pelo que estou vendo só esses casos é que vão ser mostrados! Esses autistas aprendem independente de escolas e terapias, se alfabetizam sozinhos! Os pais pensam que eles que estimularam os dons ou que foram curados, mas a verdade é que eles nascem com dons maravilhosos inexplicáveis! A história está cheia de exemplos:
Isaac Newton, Albert Einstein, Bill Gates etc etc...
Já vi que a minha história e de muitas mães estão muito longe de serem publicadas, pois não encaixam neste perfil..

25 julho 2011

Palestra debate transtornos globais do desenvolvimento do autismo

A Secretaria Municipal de Educação (Semed), por meio do Departamento de Educação Especial (DEE), realizou, na sexta-feira (22), uma palestra sobre autismo. Com o tema “Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) – Autismo”, a psicóloga Silvana Paula Alcântara falou sobre avaliação de habilidades, orientações didáticas e metodologias para portadores desse transtorno.

A palestra foi dirigida para professores da educação infantil e fundamental da rede pública e particular de ensino, além de pais de alunos e gestores escolares.  Segundo a diretora do DEE, Andressa Pedrosa , a intenção é chamar a atenção da comunidade escolar para os diversos métodos de lidar com a criança portadora de autismo. A Semed tem, hoje, 58 professores na rede municipal de ensino que trabalham com crianças autistas, distribuídas em 41 salas de recursos multifuncionais.

O evento apresentou documentários sobre o tema. Em sua palestra, a psicóloga Silvana Alcântara, que faz parte da coordenação da saúde mental da SMS, explicou sobre o Programa Teacch, que tem como objetivo ajudar a criança com autismo a crescer da melhor maneira possível.

“Esse programa confirma os aspectos de uma estratégia por meio da organização, que tem se mostrado útil em salas de aula, independente da idade do aluno”, afirmou. O Programa Teacch está no ensino de capacidades de comunicação, organização e partilha social. “É sempre bom ler para crianças autistas, livros que tenham muitas figuras, que contenham assuntos que elas gostem e com temas que sejam vivenciados por elas”, disse Silvana.

Secom Maceió

fonte:http://www.ojornalweb.com/2011/07/25/palestra-debate-transtornos-globais-do-desenvolvimento-do-autismo/

ENTREVISTA COM PAIS DE AUTISTAS RESPONDAM ESTE QUESTIONÁRIO.

QUERO CONVIDAR AOS PAIS DE CRIANÇAS E ADULTO AUTISTA QUE RESPONDAM ESTE QUESTIONÁRIO PARA NOS AJUDAR A COMPREENDER MELHOR CADA UM DE NÓS APÓS VÁRIOS QUE PREENCHER E ENVIAR VAI ME AJUDAR MUITO NESTA PESQUISA DEIXE SEU COMENTÁRIO POR FAVOR!A VISUALISAÇÃO DAS RESPOSTAS FICARÁ SÓ PARA MIM E OS PAIS AUTORIZANDO POSTAREI DEPOIS OK VAMOS LÁ ME AJUDEM,!!



Missão é:
"Proporcionar à pessoa com autismo uma vida digna: trabalho, saúde, lazer e integração à sociedade.
Oferecer à família da pessoa com autismo instrumentos para a convivência no lar e em sociedade.
Promover e incentivar pesquisas sobre o autismo, difundindo o conhecimento acumulado."

Autismo: o que mostra um grande estudo de gêmeos

O autismo é uma doença neurológica complexa que se caracteriza pelo comprometimento na linguagem – atraso do início da fala, comunicação, interação social e estereotipia ou movimentos motores repetitivos, como agitar as mãos – e que tem sido objeto de muitas pesquisas. No início acreditava-se que tinha causas ambientais. Culpavam a mãe por não saber estimular suficientemente ou rejeitar os filhos (classificadas em inglês como “refrigerator mothers”). Um estudo publicado em 1988 na Inglaterra associou a aplicação de vacinas com o desenvolvimento do autismo. Recentemente foi demonstrado que a pesquisa era uma fraude, mas que teve um impacto negativo gigantesco porque muitos pais deixaram de vacinar seus filhos com medo que pudessem desenvolver autismo.

Hoje sabe-se que há um componente genético importante e acredita-se que há vários genes que interagindo com o ambiente podem levar ao desenvolvimento do autismo. Mas a grande questão é saber quais são esses genes e qual é a importância do ambiente no desenvolvimento do autismo? Para tentar tirar isso a limpo um grupo de pesquisadores americanos acaba de publicar um trabalho na revista Archives of General Psychiatry comparando a incidência de autismo em gêmeos idênticos e gêmeos fraternos. Para falar mais sobre isso entrevistei a Dra. Maria Rita Passos-Bueno, que desenvolve uma pesquisa importante no Centro do genoma Humano em genética de autismo.

Segundo a pesquisa realizada, que acaba de ser publicada, os autores concluem que embora a parte genética tenha um papel importante, o ambiente teria mais peso no desenvolvimento da doença. Você pode explicar como foi feito esse estudo?


A comparação da coincidência (ou concordância) do autismo nos pares de gêmeos idênticos (ou monozigóticos) em relação a coincidência do autismo nos pares de gêmeos fraternos (também chamados de dizigóticos) pode nos dar uma pista sobre a relevância dos fatores genéticos e ambientais na expressão da doença. Este estudo publicado na revista Archives of General Psychiatry fez exatamente isto. Os autores mostraram que o componente genético explica aproximadamente 40% da doença enquanto que 60% da expressão da doença depende de fatores ambientais.

Este trabalho difere dos anteriores pelo critério rigoroso quanto a classificação clínica do autismo e o número maior de pacientes analisados (192 pares de gêmeos) de forma que os dados podem ser mais representativos. De qualquer forma, o principal recado deste artigo, é que não só fatores genéticos, mas também fatores ambientais contribuem para a expressão do autismo.

Os pesquisadores que buscam a etiologia do autismo precisam ter isso sempre em mente. É importante ressaltarmos aqui que quando falamos de fatores ambientais, que ainda são pouco conhecidos, não estamos voltando a culpar a mãe. Poderia ser, por exemplo, uma deficiência de oxigenação na hora do parto ou algum outro fator durante a gestação. Os fatores ambientais são fisiológicos e não emocionais.

A pesquisa que você está realizando no CEGH aponta para um mesmo resultado?

A pesquisa na área de genética de autismo que desenvolvemos no CEGH não deve ser comparada diretamente com este estudo epidemiológico, pois estamos estudando pacientes que já têm alguma alteração cromossômica, mesma que pequena, para entender melhor o autismo principalmente na sua parte genética.

Você acredita que a partir desses estudos será possível encontrar um tratamento para o autismo?

Acreditamos, sim, que entender melhor a causa do autismo abre perspectivas de tratamento, pois permitirá identificar drogas que possam amenizar o efeito da alteração genética responsável pelo autismo naquele determinado caso. Um dos fatores importantes para o sucesso destas intervenções será certamente o tratamento precoce e, consequentemente, estes pacientes precisam ser diagnosticados o quanto antes. O diagnóstico precoce é ainda um problema importante no nosso meio, apesar de que há alguns grupos, como o liderado pelo Dr. Estevão Vadaz, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Um outro aspecto importante, é que parece haver um grande número de possíveis causas para o autismo, de forma que entendendo um caso, não sabemos quanto poderemos ajudar os outros. Ao desvendar os aspectos genéticos do autismo, no entanto, poderemos contribuir não só na busca de tratamento como também na realização de diagnóstico mais precoce com maior precisão.

fonte:http://genoma.ib.usp.br/?p=1719

http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/autismo-o-que-mostra-um-grande-estudo-de-gemeos/#more-183951

20 julho 2011

Casa Grande quer ser uma incubadora para a integração dos portadores de Síndrome de Asperger

A primeira casa dedicada ao treino social de portadores de síndrome de Asperger, uma forma particular de autismo, começa a nascer hoje em Lisboa, na casa da Quinta Grande, em Benfica. Um edifício do século XVII, cedido pela Câmara de Lisboa à Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger que se vai transformar na primeira incubadora de treino de competências sociais destas pessoas.
Piedade Líbano Monteiro, presidente da APSA e mãe de um filho, com 19 anos, portador da doença, afirma que o objectivo do projecto, a que chamaram Casa Grande e cujas obras arrancam hoje, incide no verbo treinar: “Queremos dar apenas um treino. Quando alguém chega a um determinado sítio sabe que tem de dizer bom dia. Mas para um portador de Asperger isso pode não ser tão óbvio. Se todos sabem que o dia está bom, porque deveria ele de dizer bom dia? Se para alguém dizer bom dia é inato, os portadores de Asperger têm de aprender isso”, diz a responsável da associação sobre esta necessidade de aprendizagem de competências sociais.

Com uma lavandaria, alfarrabista, restaurante, reprografia, entre outras actividades abertas à comunidade em geral, a Casa Grande é o primeiro lugar do género do país de apoio ao desenvolvimento das capacidades destes doentes.”Não se trata de um local de isolamento, onde fiquem encerrados. O objectivo é treinar para que depois se integrem com maior facilidade, na escola, na sociedade em geral. E que nós aprendamos também a lidar com eles”, diz Piedade Líbano Monteiro.

“Sempre disse, desde que o meu filho entrou na escola, que só o colocariam numa instituição se passassem por cima de mim”, diz a responsável, frisando que é no desenvolvimento das mais valias e no fornecimento de ferramentas sociais do doente que se deve investir. “Este é um local onde todos vão poder entender os portadores de Asperger”.

Piedade Líbano Monteiro afirma que o esforço da APSA é agora tentar reproduzir este projecto no norte, algo que já está em marcha. “E se alguém tiver coragem de lançar um projecto igual no sul a APSA também apoiará”.

A Síndrome de Asperger é uma forma particular de autismo, uma perturbação neurocomportamental, de desenvolvimento, de base genética. Caracteriza-se basicamente por alterações sobretudo na interacção social, na comunicação e no comportamento e afecta o modo como uma pessoa comunica e se relaciona com os outros.

As pessoas com Síndrome de Asperger acabam por se isolar e limitar os seus interesses a determinados temas. Esta atitude prejudica ainda mais a sua relação com o outro.

Calcula-se que em Portugal existam cerca de 40 mil pessoas com de Síndrome de Asperger afectando maioritariamente os rapazes.
fonte:http://www.publico.pt/Sociedade/casa-grande-quer-ser-uma-incubadora-para-a-integracao-dos-portadores-de-sindrome-de-asperger_1503891

17 julho 2011

Atendimento Odontológico

 

Você sabia que o Governo Federal dispõe de verba para o atendimento odontológico mediante anestesia geral para autistas que não possuem condições de serem atendidos sem a mesma?
Esses e outros questionamentos o presidente da AMARS que representa a Associação Brasileira de Autismo na Comissão Intersetorial de Saúde Bucal fez a referida comissão, tendo em vista vários casos de autistas que não conseguem atendimento pelo SUS.
Há muitas cidades do interior que desconhecem que há a Portaria 1.032 de 5 de Maio de 2010  que regulamenta todos os atendimentos odontológicos às pessoas com necessidades especiais.
Agora todos com atendimento, ninguém sem dente, todos sorridentes!

fiko feliz em postar esta nptícia!

fonte:http://amarsautismo.blogspot.com/2011/06/atendimento-odontologico.html

16 julho 2011

São Paulo terá que fornecer transporte especial para autistas

O Estado de São Paulo vai ser obrigado a fornecer transporte especializado para pessoas com autismo no trajeto entre a residência e o local onde recebem tratamento. A decisão liminar foi obtida esta semana pela Defensoria Pública de São Paulo. "A pessoa com autismo tem dificuldade de ficar entre muitas pessoas. Elas também podem ter comportamentos que, muitas vezes, não são compreendidos pelos outros e esses comportamentos podem ser aflorados em situação de grande aglomeração, como no metrô e no ônibus", disse a defensora pública Renata Tibyriçá.

A defensora disse que decidiu entrar com uma ação civil pública na Justiça após mães de filhos com autismo relatarem a deficiência na prestação de serviço oferecido, principalmente, por uma entidade conveniada ao Estado instalada na zona leste da capital paulista. A entidade, segundo Renata, atendia 42 pessoas com autismo e apresentava várias deficiências, entre elas, o fato de não separar os pacientes por faixa etária. "O tratamento para uma pessoa com autismo deve ser individualizado ou em grupos que tenham a mesma necessidade", disse.

Em sua decisão, o juiz Henrique Rodriguero Clavisio, da 10ª Vara da Fazenda Pública, declarou ser obrigação do Estado a elaboração de políticas públicas que atendam às necessidades específicas das pessoas com deficiência. "Deve o Estado, além de garantir o acesso à saúde e à educação, também o oferecimento de transporte especial para pessoas portadoras de necessidades especiais", disse o juiz.

Para a defensora, a decisão liminar da Justiça é um passo importante para que o Estado possa começar a pensar em adotar políticas públicas voltadas para os autistas. "Com essa decisão, podemos esperar dias melhores para as pessoas com autismo. Podemos esperar que se comece a olhar e a se pensar na importância de garantir um atendimento adequado a essas pessoas", declarou. Segundo ela, há cerca de 2 milhões de autistas no Brasil, sendo 100 mil só na cidade de São Paulo.
fontehttp://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5245606-EI306,00-Sao+Paulo+tera+que+fornecer+transporte+especial+para+autistas.html

Juiz determina que SP forneça transporte para tratamento de autistas


A Defensoria Pública de São Paulo obteve nesta semana uma liminar que obriga o Estado a fornecer transporte especializado para as pessoas com autismo no trajeto entre suas casas e os locais de atendimento.
A ação civil pública foi proposta pela Defensora Pública Renata Flores Tibyriçá no dia 6 de junho, após mães de filhos com autismo relatarem deficiência na estrutura e na prestação de serviço da entidade conveniada. Em visita ao local, a defensora constatou as irregularidades. Entre os problemas constatados estão a falta de separação de pacientes pela idade e a falta de enfermeiros em número suficientes.
Em sua decisão, na segunda-feira, o juiz da 10ª Vara da Fazenda Pública do Foro Central, Henrique Rodriguero Clavisio, afirma ser obrigação do Estado a elaboração de políticas públicas que atendam as necessidades específicas das pessoas com deficiência.
fonte:Agência Estado/diário do Grande ABC
http://www.dgabc.com.br/News/5899833/juiz-determina-que-sp-forneca-transporte-para-tratamento-de-autistas.aspx


QUERIDOS LEITORES QUERO DIZER QUE FIKEI FELIZ COM ESTA LEI!
POIS MUITOS PAIS E MÃES DE AUTISTAS TEM DIFICULDADE EM LEVAR SEUS FILHOS AUTISTAS AOS TRATAMENTOS E ACOMPANHAMENTOS,
BOM EU SOU PROVA DISSO!
VOU AQUI RELATAR O QUE ACONTECEU NO SÁBADO DIA 09/07/2011
O WILLIAN PARTICIPOU DA FESTA JULINA NA APAE MAS FOI UM PESADELO ATÉ CHEGAR LÁ .. E QUANDO CHEGUEI DEMOROUO WILLIAN SE ACALMAR....
ACONTECE QUE NOS DIAS DE SÁBADO, DOMINGOS E FERIADOS AQUI ONDE MORO ÔNIBUS É O QUE MENOS TEM A CADA UMA OU DUAS HORAS ENTÃO SAI DE CASA UMAS ONZE HORAS DA MANHÃ COM INTENÇÃO DE ONZE E MEIA CHEGAR LÁ MAS FOI FRUSTANTE! POIS FIQUEI NO PONTO DE ÔNIBUS QUARENTA MINUTOS E NADA! ENTÃO O WILLIAN COMEÇOU A TER AQUELES SURTOS DE AGRESSIVIDADE E DE SE AUTO AGREDIR MORDENDO SUAS MÃOZINHAS FOI MUITO TENSO! MAS TIVE GARRA E CORAGEM E A GRAÇA DE DEUS ..EU E MINHA FILHAS LUANA E DÉBORA COM O WILLIAN TENTAMOS ACALMÁ-LO MAS DE NADA ADIANTAVA! FOI COMPLICADO POIS ELE TENTAVA FUGIR.GENTE COMO FOI DIFÍCIL! MAS CHEGUEI NA RODOVIÁRIA EM MEIO ESTA TURBULÊNCIA E JÁ CONSEGUI IR EM UM ÔNIBUS QUE IRIA PASSAR LOGO PRÓXIMO A APAE , DESCENDO DO ÔNIBUS OUTRA BATALHA PRA ATRAVESSAR A AVENIDA E CHEGAR LÁ! CHEGANDO LÁ EU E MINHAS FILHAS ESTÁVAMOS BEM ESTRESSADAS DIANTE DE TUDO AQUILO MAS ENTÃO FOMOS CURTIR A FESTINHA! NA HORA DE VOLTAR AI QUE AFLIÇÃO! NÃO TINHA ÔNIBUS ATRAVESSEI A CIDADE A PÉ COM O WILLIAN SURTANDO.SÓ DEUS SABE COMO FICAMOS MAS CHEGAMOS VIVOS!!

13 julho 2011

Pesquisa relaciona autismo e alimentação


Tratamento alternativo para autismo foi foco de pesquisa na Esalq. O aumento de número de pais que utiliza terapia coadjuvante para o controle dos sintomas nos filhos fez com que pesquisadoras estabelecessem relação entre hábito alimentar e síndrome do espectro autista.

Os tratamentos mais populares são dietas que orientam para a exclusão de alguns alimentos ou grupo de alimentos. Entre as diversas dietas propostas, a mais popular é a isenta de glúten (proteína presente no trigo) e caseína (proteína presente no leite e derivados). Porém, a análise dos estudos que comprovam a eficácia da dieta isenta de glúten e caseína tem sido criticada devido a questões como o desconhecimento de padrão alimentar que possa favorecer o agravamento dos sintomas e ausência de análises laboratoriais que comprovem sua eficácia. Outra hipótese é de que distúrbios do metabolismo da creatina também estão integrados à doença.

“A pesquisa procurou identificar o padrão de hábito alimentar de um grupo de autistas, promover testes para o desenvolvimento de métodos de análises laboratoriais que comprovem a eficiência da dieta isenta de glúten e caseína e identificar a ocorrência de alterações do metabolismo da creatina a partir da análise da concentração de creatina em urina”, assegura Nádia Silva, da pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos. O estudo foi conduzido com 28 autistas de 2 a 33 anos e a triagem ocorreu no Centro Municipal de Especialização do Autista (Cema) de Limeira e no Núcleo de Especialização e Socialização do Autista (Nessa) de Mogi Guaçu.

A pesquisadora revela que, para atingir os objetivos da pesquisa, foi elaborada anamnese nutricional (teste recordatório) contendo questões sobre características demográficas das famílias dos autistas participantes, histórico pessoal de doenças, comportamento do autista nas refeições e levantamento de hábito alimentar. Para caracterizar o quadro clínico, foi realizada avaliação psicológica por método quantitativo.

O registro sobre comportamento alimentar identificou que 50% dos autistas expressam o comportamento de comer muito rápido e 46,43% consomem porções exageradas, o que influencia diretamente no hábito alimentar.

A avaliação de adequação de consumo de nutrientes revelou que 57,14% têm o consumo de energia superior ao recomendado e baixo consumo de fibras, ácido ascórbico e cálcio. Já as análises de concentração de creatinina revelaram que os valores são significativamente inferiores em crianças autistas e do grupo controle, formado por parentes distantes, e que são similares quando comparado com grupo formado por seus pais.

“Diante disso, o conhecimento do hábito alimentar e o desenvolvimento de métodos de análises que comprovem concentrações inadequadas de peptídeos opiáceos derivados do glúten e da caseína ainda é um desafio”, afirma a pesquisadora. “São necessárias pesquisas para criar metodologias de análise de peptídeos opióides em fluidos corpóreos mais confiáveis, passíveis de reprodução. Na literatura, os resultados positivos obtidos em estudos não são replicáveis, formando lacuna para a compreensão da relação entre alimentação e comportamento autista”, conclui.

Para Jocelem Mastrodi Salgado, orientadora do estudo, “a importância dessa pesquisa é mostrar que tanto o conhecimento como a compreensão dos fatores associados à patologia e ao emprego de exames laboratoriais seguros irão contribuir para diagnóstico precoce da doença, possibilitando o acesso a tratamentos mais adequados. Esses tratamentos, sem dúvida alguma, acarretarão a melhora da qualidade de vida dos autistas”.
fonte:A Tribuna
http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=9761