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30 agosto 2011

A MUSICOTERAPIA NA ESTIMULAÇÃO ESSENCIAL DO AUTISTA DE 0 A 6 ANOS

Embora existam diversas correntes que buscam compreender a(s) causa(s) que leva(m) ao(s) quadro(s) de Autismo, todas concordam na caracterização principal da síndrome: a inadequacidade vincular.
O processo musicoterápico desenvolvido com essa clientela, objetiva minimizar o isolamento e/ou as fixações e estereotipias típicas da patologia, estimulando a interação lúdica através do fazer musical em grupo, bem como com os pais co-atuantes nas sessões.
Concluiu-se, a partir das observações iniciais, que a vivência musicoterápica proporciona a ampliação da percepção do indivíduo autista em relação ao outro, tanto física como sonoramente, desenvolvendo a interação através dos diversos canais de comunicação: o olhar, o toque e a escuta, estabelecendo relações vinculares fraternas (mãe/pai-bebê) e sociais positivas.

Tratamento usa estimulação cerebral por corrente para autismo e vício

20100920215203200387aO botão gira e a corrente elétrica corre, atravessando o cérebro. Na cabeça do paciente, porém, apenas cócegas, nada mais. Diferentemente dos temíveis eletrochoques utilizados décadas atrás pela psiquiatria, a estimulação cerebral por corrente elétrica contínua (tDCS, na sigla em inglês) é indolor e nada invasiva, e torna-se cada vez mais comum em laboratórios do mundo que pesquisam o funcionamento do cérebro.

29 agosto 2011

Resultado da Pesquisa (Atualizado)



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RESULTADO DA PESQUISA
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CONVITE

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Poema**Criança sempre a florir**

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Criança autista, hoje pensei em ti,

Dá-me a tua mão, leva-me ao teu mundo,

Para mim és uma flor de exótica beleza,

Novo estudo reitera: vacinas são seguras para a saúde

Análise feita a partir de 1.000 artigos mostrou que complicações – como convulsões e desmaios – são raras. E que autismo e diabetes tipo 1 nada têm a ver com a imunização.

 

vacina-meningite-b-primeira-20110610-size-598Uma análise feita a partir de mais de 1.000 artigos científicos mostrou que as vacinas aplicadas atualmente na população mundial são seguras e que causam poucos problemas de saúde.

Faltam pesquisas sobre adolescentes com autismo

Isso dificulta entender em que momento eles devem ser incluídos em terapia

nhy7Entre 1% e 1,5% da população mundial apresenta características relacionadas ao espectro do autismo, como dificuldades de desenvolvimento nas áreas de socialização, linguagem e comunicação, atividade imaginativa e cognição.

26 agosto 2011

23 agosto 2011

My Keepon, o pequeno robô que poderá atrair crianças autistas


ROBOT/
No que diz respeito a robôs, My Keepon parece não impressionar. Ele tem 25 cm de altura e parece duas bolas de tênis grudadas uma na outra. Ele não tem braços, antena, nem raios laser. O que ele tem é um excelente senso de ritmo. Ligue o stereo e My Keepon começa a ranger, girando o torso e sacudindo a cabeça dentro do ritmo.
My Keepon também tem o apoio de uma das maiores lojas de brinquedos do mundo: a Toys "R" Us, que tem os direitos exclusivos de venda do robô - originalmente uma ferramenta terapêutica para crianças autistas - nos Estados Unidos. 

19 agosto 2011

Pesquisa revela que irmão de autista pode também se tornar autista

Uma recente publicação da revista Pediatrics mostra um estudo completo realizado para constatar o aparecimento do autismo entre irmãos. Os pesquisadores mostram a probabilidade de uma criança que tenha um irmão mais velho autista também desenvolver a síndrome.

Autismo e o “manhês”

Nesta segunda-feira (22), às 13 horas, acontece a palestra Autismo, interações precoces e desenvolvimento da linguagem : pode-se
considerar o manhês como uma variável mediadora?
, no Instituto de Psicologia (IP) da USP.


18 agosto 2011

A criança autista

OgAAAFu6gvsKQegQyTyNVvkpWwJ79dkII3vmQZr3ZxogpQCNP953dK5sa51z5ijjFBp0_nfkAAI4OoPB66-ZO2TNeGYAm1T1UDBjvA2PXFXv09tpAt6C1a0dEX1kComo identificar o autismo na infância. 
O autismo é um transtorno infantil que pode acontecer mais em meninos que em meninas. As habilidades de uma criança autista podem ser altas ou baixas, dependendo tanto do nível de coeficiente intelectual, como da capacidade de comunicação verbal.

Quais são as causas do autismo?

As causas do autismo ainda são desconhecidas. Mas existem algumas teorias:

Nutrição como aliada no tratamento de portadores de autismo e paralisia cerebral



Grupo do Centro Universitário UNA, de Minas Gerais, faz estudo alimentar em crianças e adolescentes com autismo ou paralisia cerebral praticantes de equoterapia e comprova que uma dieta balanceada potencializa sua capacidade de resposta
Belo Horizonte — O tratamento de pacientes com base na equoterapia feito com portadores de autismo e paralisia cerebral ganha um aliado especial: a boa alimentação. Comidas balanceadas e fontes de vitaminas e proteínas bem definidas ajudam a melhorar a qualidade de vida, além de estimular a capacidade de resposta desses pacientes.

Comorbidades Psiquiátricas em Crianças com Autismo: Desenvolvimento de Entrevista e Taxa de Transtornos

 
É sabido que muitas características particulares dos Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são associadas com reações emocionais e comportamentos problemáticos. O que ainda está sendo decifrado é a que extensão outras dificuldades ocorrem devido à presença de transtornos psiquiátricos comórbidos[1](TPC).

Transtornos do Espectro Autista e a Importância de Estrutura

Estudos no campo da neuropsicologia cognitiva têm demonstrado que indivíduos com Transtornos do Espectro Autista (TEA) aparentam ter dificuldades significativas com funcionamento executivo. A função executiva é um conjunto complexo e dinâmico de processos neurológicos que permitem que a pessoa planeje efetivamente com antecedência e que resolva problemas. 

ATIVIDADES NO MEIO LÍQUIDO UM CAMINHO PARA MINIMIZAR ESTEREOTIPIAS EM PESSOAS AUTISTAS: ESTUDO DE CASO

Área de conhecimento: Educação Física
Palavras chave: Bolas e arcos; Comportamento estereotipado; Qualidade de vida.


17 agosto 2011

Curso: O Brincar da Criança com Autismo, dia 21/agosto

DATA: domingo, 21.agosto.2011

LOCAL: Atibaia - Auditório do Hospital Novo Atibaia

ENDEREÇO: R. Vereador Luiz Alberto Vieira dos Santos, s/nº, Centro, Atibaia, SP (mapa no final desta nota)

TEMA: Brincar é um aprendizado e a arte é buscar o aperfeiçoamento no divertir-se. A chave do

processo é saber observar a criança e redescobrir a “sua criança interna”.

VALOR: R$ 30,00 (pagamento na hora)

PALESTRANTE : Sonia Falcão, terapeuta ocupacional, especialista em saúde mental da

criança e do adolescente, atua com técnicas do Programa Son Rise, criou o Programa

Realizza com acampamentos para jovens com deficiência, Autismo Encanta e Bússola

Familiar que atende, orienta e acompanha a criança e sua família, coordena MBA em

Gestão de Pessoas, telepresencial da rede LFG/Anhanguera. Formação em Criatégia,

criatividade e estratégia pelo ILACE.

PROGRAMAÇÃO:

8:00- Recepção

8:30 a 10:45

- A criança com autismo, as sensações, as emoções e o porque elas das brincadeiras de

isolamento.

- O que é “ecologia da aprendizagem? Como criar uma atmosfera lúdica e facilitadora para

facilitar o aprendizado?

- O desenvolvimento social e os tipos de interação. Como reconhecemos os sinais sociais? A

importância da celebração e a importância da nossa ação.

10:45 a 11:00 coffee brake

11:00 a 12:30

- Técnicas para aumentar sua criatividade para criar atividades para a criança com autismo.

12:30 ALMOÇO

13:30

- Brainstorm de interesses e motivações

- Criando brincadeiras, técnica DQM

- Criando com temas

- Histórias sociais

15:30 coffee brake

15:45

- Traçando metas

- Planejamento animado e divertido

LOCALIZAÇÃO: Veja o mapa em

http://maps.google.com.br/maps?q=R.+Luiz+Alberto+Vieira+dos+Santos,+Atibaia,+SP&hl=pt-BR&ll=-23.116148,-46.542356&spn=0.010341,0.018325&sll=-23.350048,-46.626982&sspn=0.660667,1.172791&z=16&iwloc=A

Resultado da Pesquisa

 

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RESULTADO DA PESQUISA

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ESTEREOTIPIAS

Estereotipias ou comportamentos de auto-estimulação referem-se a movimentos repetitivos do corpo ou de objetos. Este comportamento é comum em muitos indivíduos portadores de distúrbios do desenvolvimento , embora pareça ser mais comum no autismo. Na verdade, se uma pessoa com algum tipo de deficiência apresentar um comportamento de auto-estimulação, freqüentemente será também rotulada de portar características autísticas. As estereotipias podem envolver todos os sentidos. Listamos abaixo os sentidos principais e alguns exemplos de estereotipias.

Sentido Estereotipias
Visão fixar luzes, piscar repetidamente,
mexer os dedos a frente dos olhos,
balançar as mãos
Audição bater nas orelhas, estalar os dedos,
emitir sons vocais
Tato esfregar a pele com as mãos ou com
objetos, arranhar
Vestibular balançar para frente e para trás,
balançar de lado
Paladar levar objetos ou partes do corpo à
boca, lamber objetos
Olfato cheirar objetos ou pessoas

Os pesquisadores têm sugerido que existem vários motivos que levam as pessoas a apresentarem tais comportamentos. Um grupo de teorias sugere que eles proporcionam estimulação sensorial (no caso de uma hiposensibilidade). Devido alguma disfunção central ou periférica, o corpo anseia por estimulação e, assim, a pessoa se envolve nesses comportamentos para estimular o sistema nervoso. Uma das teorias postula que as estereotipias liberam beta-endorfinas no corpo (substâncias endógenas tipo ópio) e proporciona algum tipo de prazer interno.

Outro grupo de teorias sugere que através destes comportamentos a pessoa se acalma (no caso de uma hipersensibilidade). Ou seja, o ambiente é excessivamente estimulador e os sentidos tornam-se sobrecarregados. Para bloquear o excesso de sensações, o indivíduo se envolve nos movimentos repetitivos e desvia sua atenção internamente.

Os pesquisadores também demonstraram que as estereotipias interferem com a atenção e o aprendizado. Interessante notar que tais comportamentos atuam como reforçadores quando são permitidos após o término de uma tarefa.

Existem várias maneiras para reduzir ou eliminar as estereotipias, como o exercício ou proporcionando formas mais socialmente apropriadas de estimulação. Algumas medicações também são usadas para reduzir este comportamento, no entanto ainda não está claro se as drogas atuam diretamente (proporcionando a estimulação sensorial necessária) ou indiretamente (diminuindo os movimentos).

fonte:Mão Amiga


Julia Balducci, autista que hoje é cineasta.

15 agosto 2011

Questionário pode acelerar diagnóstico de autismo em crianças

Em testes, síndrome foi identificada quatro anos mais cedo que a média.
Diagnóstico mais rápido aumenta a eficácia do tratamento.

Um simples questionário pode ajudar a diagnosticar o autismo em crianças de apenas um ano. As perguntas são sobre como o bebê lida com as formas de comunicação – olhares, sons e gestos, por exemplo. O estudo da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos EUA, foi publicado pelo “Journal of Pediatrics”.

Caso as respostas obtidas pelo questionário sugiram o autismo, a criança deve ser encaminhada para exames mais completos, que são feitos semestralmente até que ela chegue aos três anos.

A técnica foi aplicada por uma rede de pediatras na região de San Diego e contou com a participação de mais de 10 mil crianças. Dessas, 32 foram diagnosticadas como autistas. Elas foram encaminhadas para tratamento numa idade média de 1 ano e 5 meses; um estudo de 2009 mostra que, normalmente, a idade média do início de tratamento é de aproximadamente 5 anos e 7 meses.

Quanto mais cedo a síndrome for detectada, melhores são o desenvolvimento e o aprendizado da criança. Contudo, estudos anteriores mostram que há um atraso considerável entre os primeiros sintomas notados pelos pais e um eventual diagnóstico.

“Além da validação do conceito, que é empolgante, um programa de rastreamento como esse daria uma resposta mais rápida à preocupação dos pais quanto a possíveis sintomas de autismo, e com mais confiabilidade que qualquer outra medida que já tenha sido tomada”, afirmou Thomas Insel, diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA.

fonte:G1

Risco de que um autista tenha irmão autista é maior do que se pensava

Nova pesquisa mostra probabilididade de 19%, contra 10% anteriores.
Segundo a equipe, este é o maior estudo feito na direção.

 

Uma nova pesquisa mostra que a probabilidade de que uma criança que tenha um irmão mais velho autista também desenvolva a síndrome é bem maior do que se imaginava: 18,7%, enquanto a estimativa anterior variava entre 3% e 10%.

Os pesquisadores trabalharam com 664 crianças que já tinham pelo menos um irmão autista. A idade média para o início do acompanhamento foi de oito meses. Entre os meninos, 26,2% tiveram a síndrome, e o número para as meninas foi de 9%. Nos casos em que o paciente tinha mais de um irmão com autismo, a recorrência foi de 32,2%

O estudo publicado pela revista Pediatrics é considerado pelos autores como o mais completo já realizado com o objetivo específico de constatar o aparecimento do autismo entre irmãos. Com os novos dados, há mais uma evidência de que os fatores genéticos influenciam o desenvolvimento da síndrome.

“Pais perguntam com frequência qual é o risco de ter um segundo filho com desordens do espectro autista e, até agora, não tínhamos muita certeza da resposta”, disse Sally Ozonoff, professora da Universidade da Califórnia, em Davis, EUA, autora do estudo.

“Esse estudo mostra que irmãos mais novos de crianças com desordens do espectro autista precisam ser seguidas com muita atenção, o que exige algo a mais de que o acompanhamento normal que um pediatra costuma fazer”, concluiu a pesquisadora.

 

Fonte:G1

Revista Autismo ganha versão para Kindle na Amazon (EUA)

A Revista Autismo ganhou nesta semana sua primeira versão em e-book (livro digital) para Kindle, o mais famoso leitor de livros digitais do planeta. Inicialmente apenas a edição zero está disponível na Amazon (EUA), líder mundial em livros digitais.

Vendida por um preço simbólico, três dólares na Amazon dos Estados Unidos (e por valor semelhante nos demais países, como Austrália e Europa), a revista mais uma vez inova na divulgação de informações relevantes a respeito de autismo em língua portuguesa no mundo e atravessa mais uma barreira contra a desinformação, usando a tecnologia a favor da causa.big-viewer-WIFI-04-lrg._V188696053_

Com a versão para Kindle, a Revista Autismo chega não só no mais famosoequipamento leitor de livros digitais do mundo, como em outras plataformas que a Amazon possibilita, como nos aplicativos Kindle para computadores (assim como Cloud Reader, leitor via navegador, em HTML5) e para celulares Andoid,Blackberry, além dos famosos equipamentos da Apple, iPhone/iPodTouch e iPad.

 

fonte:Revista Autismo

Risco de Autismo é maior em crianças concebidas em março

Os registros de nascimento de mais de 6 milhões de crianças nascidas na Califórnia (EUA) durante os anos 1990 e início de 2000 mostram uma relação clara entre o mês da concepção e o risco do autismo. images (2)

Entre as crianças incluídas no estudo, as concebidas durante o inverno [do hemisfério Norte] tiveram um risco significativamente maior de autismo.

O risco de ter uma criança com transtorno do espectro autista aumenta progressivamente durante o outono e inverno, até o início da primavera, com as crianças concebidas no mês de Março apresentando um risco 16% maior de autismo, em comparação com as concepções em Julho.

Mês da concepção e autismo

"A conclusão do estudo foi significativo mesmo após ajustarmos para fatores como educação materna, raça/etnia, e ano da concepção da criança," diz o principal autor do estudo, Dr. Ousseny Zerbo, da Universidade da Califórnia.

Os pesquisadores incluíram cerca de 6,6 milhões de registros de nascimento, ou 91% de todos os nascimentos registrados durante o período do estudo.

As crianças foram monitoradas até o seu sexto aniversário para determinar se elas iriam desenvolver o autismo.

Foram identificados cerca de 19 mil casos de autismo definidos como "síndrome total" do autismo.

O estudo constatou que o risco de ter um filho com autismo aumenta de mês para mês durante o inverno até o mês de março.

Para o estudo, o inverno foi considerado o mês de dezembro, janeiro e fevereiro [verão no Brasil]. Cada mês foi comparado com julho, com uma incidência 8% superior em dezembro, aumentando para 16% em março.

Exposição a elementos de risco

Os pesquisadores afirmam que a descoberta, publicada na revistaEpidemiology, sugere que fatores ambientais - por exemplo, a exposição a vírus como a gripe sazonal - pode desempenhar um papel na ocorrência do autismo.

Daí a conexão entre o mês de concepção e a estação, já que as estações incluem variações de estilo de vida e exposição a diferentes tipos de substâncias.

Outras ocorrências sazonais incluem exposições potenciais aos agrotóxicos, tais como aqueles usados em casa para controle de insetos no período chuvoso ou quente, e os utilizados em aplicações agrícolas.

"Estudos das variações sazonais podem fornecer pistas sobre algumas das causas subjacentes do autismo," disse a Dra. Irva Hertz-Picciotto, chefe da divisão de saúde ambiental e ocupacional da Universidade.

"Entretanto, pode ser que a concepção não seja o momento da suscetibilidade [a algum elemento externo]. Poderia, ser por exemplo, uma exposição no terceiro mês de gravidez, ou no segundo trimestre, que seja prejudicial.

"Se for assim, podemos precisar observar as exposições que ocorrem poucos meses depois de concepções que estão em maior risco. Por exemplo, os elementos alergênicos que surgem mais na primavera e no início do verão," diz Hertz-Picciotto.

fonte:Diário da Saúde

14 agosto 2011

Autismo e Divórcio

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A chegada de um diagnóstico de autismo é sempre um duro golpe para os casais, eficaz em muitos casos, devastador.

E que cria a sensação de que uma alta porcentagem de casais que têm filhos com autismo estão condenados ao divórcio. Eu mesmo estava convencido de que os dados eram verdadeiros embaralhadas da ordem de 75 a 80% de divórcios. Um valor elevado de fato, e em 2008 escreveu sobre isso no artigo " Como os impactos de uma criança com ASD dentro de uma família? ". Mas a verdade é que nos últimos anos eu conheci muitas famílias que têm crianças com ASD, e esse número era tão alto era verdade. Na verdade, parecia que a taxa de divórcio foi extremamente semelhantes entre os casais que tiveram filhos com algum tipo de diversidade funcional ou aqueles com crianças "neurotypical".

Mas não foi até uma recente conversa com um advogado especializado em família, este novo despertou minha curiosidade. Segundo o advogado, ele não viu uma diferença substancial nos casos em que sua empresa tinha tido ao longo dos últimos dez anos. E conduzido por esta curiosidade, comecei a fazer uma pesquisa sobre este assunto em particular, embora quando eu estava quase desistir, um do Jornal de parceiro autismo me deu a informação que eu estava procurando. Ele veio de mãos dadas - não! - Um artigo de Nancy Shute . Para aqueles não familiarizados com Nancy Shute itens, recomendamos que você adicionar aos seus favoritos textos Nancy.

Dr. Brian Freedman, deve ser exatamente a mesma questão, e por causa deste estudo específico começou. Dr. Brian Freedman, diretor de " Centro de autismo e desordens relacionadas no Kennedy Krieger Institute ", apresentado 19 de maio de 2010 o resultados deste estudo , que eu entendo é para quebrar uma lenda urbana sobre a relação causal entre o autismo e divórcio.

O relatório é baseado na Pesquisa Nacional de Saúde Infantil de 2007, que entrevistou 77.911 famílias com crianças de 3 a 17 anos. E o resultado não deixa dúvidas. Nas famílias em que pelo menos uma criança tinha autismo, 64% das crianças viviam com ambos os pais. Em famílias afetadas pelo autismo, 65% viviam em uma casa com ambos os pais. ! apenas uma diferença de 1%!

Esta é uma boa notícia, mas não significa a vida é fácil para pais de crianças com transtorno do espectro do autismo. Para a maioria das famílias, gestão da saúde e tratamento de crianças é uma enorme quantidade de tempo e dinheiro. "Apesar de sabermos estressores rosto", diz Freedman, "mas eles são bastante resistente", Freedman pretende continuar estudando essas famílias para compreender o que os pais de crianças com autismo estão fazendo para gerir a sua relação com o sucesso, apesar tensão, e compartilhar conhecimento com todas as famílias. Apesar do estudo de Freedman não aborda o diagnóstico ou o tratamento, é precisamente o tipo de informações as famílias necessitam.

fonte:Autismo Diário

[TV Jornal] Criança autista é discriminada em agência bancária


fonte:Tv Jornal

Homenagem aos Pais

 
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Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo
brincar?
Quem disse
que por detrás daquela
voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o
filho chorar?moto_0604
Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.
Autor ( Maria Cristina Tavares Seixas Felipe )
fonte:Mensagens e Poemas
 













uma recaida mas não podemos desistir Meu filho, meu mundo - parte 12 FINAL (Son-rise: A miracle of love - par...

linda cena Meu filho, meu mundo - parte 11 (Son-rise: A miracle of love - part 11)

onde ele interage pedindo suco lindo

Meu filho, meu mundo - parte 4 (Son-rise: A miracle of love - part 4)

Meu filho, meu mundo - parte 3 (Son-rise: A miracle of love - part 3)

Interessante! A CENA QUE MARCOU O FILME "AMARGO PESADELO"- 1972 (Autismo) duelo de banjos

Livro comovente sobre menino autista - parte 02

Livro comovente sobre menino autista - parte 01

12 agosto 2011

Autismo será tema de seminário na Biblioteca Thales de Azevedo

A Biblioteca Pública Thales de Azevedo – Costa Azul sediará nesta sexta-feira, dia 12 de agosto, das 8h às 13h, seminário sobre Autismo, realizado pela Associação dos Amigos dos Autistas (AMA). O evento é destinado à família de pessoas que estejam no espectro autista, estudantes e profissionais interessados de áreas afins. Para participar é necessário fazer a doação de um produto de limpeza para a AMA.
Entre os temas do seminário estão: A Importância da família no desenvolvimento social e cognitivo da pessoa Autista, com a psicóloga Thiana Souza Tavares; Intervenção precoce x pedagogia x Inclusão, com a professora Rita Brasil, coordenadora da AMA; Integração Sensorial no Autismo, com a terapeuta ocupacional Cintia Nery; Tratamentos Biomédicos, com a Dr.ª Cheldra Graça de Oliveira e Realização dos exames para os tratamentos Biomédicos no Brasil, com o Diretor do “Autismo Infantil”, Luiz Dias.
Autismo – Segundo informações da Associação dos Amigos dos Autistas (www.ama.org.br), o Autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há seis décadas, mas sobre o qual ainda permanecem dentro do próprio âmbito da ciência divergências e grandes questões por responder. Trata-se de uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no usa da imaginação.
Serviço:
O que: Seminário sobre autismo
Onde: Na Biblioteca Pública Thales de Azevedo – Costa Azul
Quando: Dia 12 (sexta-feira), das 8h. Às 13h.
Quanto: Grátis
Contato: (71) 8830-5363
------------------------------------------------------
Assessoria de Comunicação
Fundação Pedro Calmon – SecultBA
(71) 3116- 6919/ 6676
ascom.fpc@fpc.ba.gov.br
http://www.fpc.ba.gov.br
http://twitter.com/fpedrocalmon
www.cultura.ba.gov.br
http://plugcultura.wordpress.com

fonte:Jornal do Brasil

11 agosto 2011

16 perguntas para entender o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

 

 

A doença atinge até 5% das crianças brasileiras e, em boa parte dos casos, as acompanha até a vida adulta. Entender o distúrbio pode ajudar a tratá-lo melhor

O maior problema do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, o TDAH, é identificar corretamente seus sintomas. Normalmente são mais perceptíveis nos meninos, que manifestam o distúrbio mais claramente. As meninas costumam ser mais discretas, embora a doença as faça ir mal na escola e ter problemas de aprendizagem. Por isso, o diagnóstico correto é essencial para separar o caso de crianças que estão simplesmente agindo conforme sua idade das que realmente precisam de ajuda e eventualmente até medicação.

Déficit de atenção: 8 sinais aos quais os pais devem ficar atentos

A doença também vem preocupando adultos que pensam ter o distúrbio. Muitas vezes, não é o caso. O excesso de compromissos e tarefas profissionais podem levar as pessoas a manifestar alguns dos sintomas típicos da doença, mas isoladamente. Para realmente ser portador de TDAH, é preciso apresentar vários sintomas por um grande período de tempo. Uma das maiores especialistas do Brasil em TDAH, a psiquiatra Maria da Conceição Rosário, professora adjunta da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), esclarece as principais dúvidas sobre a doença, desde a sua identificação correta até o tratamento mais adequado. Ela também fala de como os pais podem facilitar a vida dos filhos no colégio e tranquiliza os adultos preocupados com o distúrbio.

Para assistir aos vídeos, clique :

 

FONTE: VEJA

Déficit de atenção: 8 sinais aos quais os pais devem ficar atentos

O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada.

Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.

É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro. 

Confira abaixo oito desses sintomas que, quando aparecem com freqüência e em mais de um ambiente (escola e casa, por exemplo), podem servir como um alerta de que chegou a hora de procurar ajuda profissional.

1- DISTRAÇÃO

As crianças com TDAH perdem facilmente o foco das atividades quando há algum estímulo do ambiente externo, como barulhos ou movimentações. Elas também se perdem em pensamentos “internos” e chegam a dar a impressão de serem “avoadas”. Essas distrações podem prejudicar o aprendizado, levando o aluno a ter um desempenho muito abaixo do esperado.

2- PERDA DE OBJETOS

Perder coisas necessárias para as tarefas e atividades, tais como brinquedos, obrigações escolares, lápis, livros ou ferramentas, é quase uma rotina. A criança chega a perder o mesmo objeto diversas vezes e esquece rapidamente do que lhe é dado.

3- LIÇÃO ESCOLAR

Impaciente, não consegue manter a atenção por muito tempo. Por isso tem dificuldade em terminar a tarefa escolar, pois não consegue se manter concentrada do começo ao fim, e acaba se levantando, andando pela casa, brincando com o irmão, fazendo desenhos...

4- MOVIMENTAÇÃO CONSTANTE

Traço típico da hiperatividade, é comum que mãos e pés estejam sempre em movimento, já que ficar parado é praticamente impossível. A criança acaba se levantando toda hora na sala de aula e costuma subir em móveis e em situações nas quais isso é inapropriado. Para os pais, é como se o filho estivesse “ligado na tomada”.

5- PASSEIOS E BRINCADEIRAS

Existe grande dificuldade em participar de atividades calmas e em silêncio, mesmo quando elas são prazerosas. Em vez disso, preferem brincadeiras nas quais possam correr e gritar à vontade. Por isso costumam ser vetados de algumas festas de aniversário ou passeios escolares.

6- PACIÊNCIA

Tendem a ser impulsivas e não conseguem esperar pela sua vez em filas de espera em lojas, cinema ou mesmo para brincar. É comum ainda que não esperem pelo fim da pergunta para darem uma resposta e que cheguem a interromper outras pessoas.

7- DESATENÇÃO

Distraída e sem conseguir prestar atenção na conversa, dificilmente consegue se lembrar de um pedido dos pais ou mesmo de uma regra da casa. A sensação que se tem é a de que ela vive “ no mundo da lua”. É comum, portanto, que os pais acabem repetindo inúmeras vezes a mesma coisa para a criança, que nunca se lembra do que foi dito.

8- IMPULSIVIDADE

A criança com TDAH não tem paciência nem para concluir um pensamento. Assim, ela acaba agindo sem pensar e chega a ser impulsiva e explosiva em alguns momentos. Os rompantes podem ser vistos, por exemplo, durante brincadeiras com os demais colegas que culminem em brigas ou discussões.

FONTES:VEJA

* Fontes: Maria Conceição do Rosário, psiquiatra e professora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Child Study Center, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e Thiago Strahler Rivero, psicólogo do Departamento de Psicobiologia do Centro Paulista de Neuropsicologia da Unifesp

Gene que provoca défict de atenção é ligado ao autismo

Novos genes identificados provocam outras alterações neuropsiquiátricas

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Pesquisadores canadenses identificaram novos genes relacionados ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Desenvolvido em parceria pelo  Hospital for Sick Children (SickKids) e Universidade de Toronto, o estudo indica ainda que esses genes têm ligação, também, com o autismo. A pesquisa foi publicada na edição on-line do periódico Science Translational Medicine.

Segundo o levantamento, os genes do TDAH estariam relacionados ainda a outras condições neuropsiquiátricas, como as desordens do espectro autista (DEA) – entre elas, o autismo e a síndrome de Asperger. Durante a pesquisa foram usados microarrays, ou chips de DNA, uma técnica experimental da biologia molecular que se caracteriza por lâminas de vidro nas quais segmentos de fita-única são fixados e imobilizados de forma ordenada e em áreas específicas. Na lâmina, cada célula de sonda contém milhões de cópias de um determinado transcrito, ou um segmento gênico em particular, que pode posteriormente ser identificado.

Os cientistas procuraram, então, por variantes no número de cópias (CNVs), que são inserções ou exclusões que afetam os genes, no DNA de 248 pacientes que não foram relacionados ao TDAH. Em três das 173 crianças das quais o DNA de ambos os pais estava disponível, eles encontraram CNVs espontâneos, que ocorrem quando os pais não são afetados - as mutações são novas apenas para a criança. CNVs raros que foram herdados de pais afetados foram encontrados em 19 dos 248 pacientes.

Dentro do grupo de CNVs herdadas, os pesquisadores descobriram alguns dos genes que haviam sido previamente identificados com outras condições neuropsiquiátricas, incluindo DEA. Para explorar essa sobreposição, testaram um grupo diferente para CNVs. Eles descobriram, então, que nove das 349 crianças no estudo que haviam sido diagnosticadas previamente com DEA, carregavam CNVs relacionados com o TDAH e outras desordens.

Conclusões – A descoberta dos pesquisadores sugere que alguns CNVs que desempenham um papel causal no TDAH, também demonstram genes de suscetibilidade comum no TDAH, no DEA e em outras desordens neuropsiquiátricas. “Como DEA, casos de TDAH são em grande parte únicos”, diz Russell Schacar, um dos coordenadores do estudo. “Pessoas carregando o mesmo CNVs podem ter sintomas diferentes, já que o risco não é sempre o mesmo”, diz.

De acordo com o estudo, a maioria dos indivíduos com TDAH também têm ao menos uma outra condição, como ansiedade, problemas de humor, desordens de conduta ou linguagem. Mais de 75% das pessoas com DEA também têm TDAH. “Muitos desses problemas associados provavelmente surgem do fato de que eles estão compartilhando o risco genético para diferentes condições”, diz Schachar.

De acordo com Stephen Scherer, coautor do estudo, os pesquisadores, em geral, não tendem a olhar através dos distúrbios com muita frequência, vendo neles diferentes sinais. “Esse método, talvez, seja uma das descobertas mais excitantes na genética neuropsiquiátrica e pode começar realmente a redefinir como pensamos sobre essas condições neuropsiquiátricas”, diz.

Para Schachar, esses são provavelmente os fatores genéticos que aumentam o risco para vários tipos de distúrbios neuropsiquiátricos. “É um enorme desafio para nós descobrir o que leva a um caso de TDAH e o que leva a um caso de DEA. Existem muitas possibilidades diferentes para explicar por que riscos comuns podem se manifestar em diferentes tipos de doenças" diz. Os pesquisadores esperam agora que novas investigações sejam realizadas para determinar essa relação de causalidade.

fonte:Veja

BALANÇO GERAL - DISCRIMINAÇÃO UME LOBO VIANA CRIANÇA AUTISTA.flv

10 agosto 2011

Eventos na Fafire discutem o autismo neste fim de semana

Nesta sexta-feira (12) e sábado (13), a Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire) recebe dois eventos voltados à discussão sobre o "autismo".
Na sexta, das 20h às 21h, será realizada a conferência “A clínica do bebê com autismo não é a mesma que a do bebê deprimido”. Já no sábado (13), é a vez do minicurso “Neurociência e psicanálise em torno do bebê com autismo" dá o tom do debate que ocorre no turno da manhã, a partir das 9h.
O evento é destinado a profissionais e estudantes de psicanálise, psicologia, educação e medicina. O valor da conferência custa R$ 30 (profissionais) e R$ 15 (estudantes). O investimento para o Minicurso equivale a R$ 100 (profissionais) e R$ 50 (estudantes, professores e alunos da Fafire).
Mais informações pelo telefone 2122.3500 ou através do site
www.fafire.

 

fonte:Net 10

Autismo: APEE inicia em Setembro projecto de apoio nocturno

A Associação de Pais e Encarregados de Educação de Alunos com Perturbação do Espectro do Autismo (APEE - Autismo) inicia em setembro, no Porto, um projeto de apoio noturno a crianças e jovens dos três aos 18 anos.

Em declarações hoje à Lusa, o presidente do Conselho Executivo da associação, Fernando Azevedo, explicou que este apoio será disponibilizado às sextas-feiras e sábados, entre as 19:00 e as 24:00, e pontualmente noutros dias da semana.

“O objetivo é facilitar a vida aos pais, permitindo-lhes participar numa reunião, sair com os amigos ou simplesmente jantar a dois”, salientou o responsável da APEE Autismo, que conta com 50 famílias associadas.

Este apoio decorrerá em espaço da associação e “será sempre acompanhado pelos nossos monitores, já com experiência adquirida na Colónia de Ferias e que irão ter formação para especialização em Autismo”, referiu Fernando Azevedo.

Os monitores, voluntários, são, na maioria dos casos, recém-licenciados em áreas da educação, psicologia, terapia da fala e educação física.

“Neste momento, os nossos monitores já estão a desenvolver o projeto e a planear as atividades a realizar com as crianças”, acrescentou.

O projeto foi idealizado para apoiar os associados, mas está aberto a outras famílias com crianças e jovens autistas do Grande Porto.

As quatro horas do apoio noturno têm um custo de 15 euros.

Fonte:Diário Digital / Lusa

Britânica Autista conta detalhes intimos no seu trabalho

price

Shona Price, autista, deixa escapar detalhes íntimos no trabalho o que torna difícil manter-se em um emprego.

Shona é uma em meio milhão de pessoas no Reino Unido com autismo e ela nem sempre pode controlar o que ela diz.

Muitas vezes ela acaba compartilhando muitos detalhes sobre o que ela e seu companheiro fizeram entre quatro paredes, ou insulta seu chefe – o que muitas vezes faz com que abandone o trabalho antes de ser demitida.

Quando criança, ela tinha violentos acessos de raiva. Sua mãe achava que esse comportamento fazia parte de sua personalidade.

Price sabia que seu comportamento agitado era diferente das outras crianças. Na escola, ela era uma garota solitária e sempre em apuros.

Na escola secundária, Price desejava fazer amigos, mas não sabia como enturmar-se.

Ela sempre foi uma aluna brilhante. Aos 21, em uma disputa com mais de 1000 candidatos, conseguiu uma vaga em uma empresa muito bem conceituada. Mas nove meses depois,  foi demitida porque não se encaixava no perfil da empresa.

Atualmente ela é uma administradora de empresa de engenharia.

Até recentemente, as relações de Price com os homens tem sido desastrosas. Aos 16, tinha vários namorados na tentativa de construir sua autoestima. Segundo Price “Se tantos homens me queria, eu pensei, ‘Eu não posso ser tão ruim assim.’”

Aos 23 anos, Price se relacionou com um soldado de 19 anos. Eles se casaram, no entanto Price o traia e o tratava como uma criança, durante  sete anos juntos.

Nesta época Price possuía sete gatos, vinte e oito cobaias, cinco coelhos, duas chinchilas, mais de 50 peixes, cinco roedores e cinco hamsters. Muitas pessoas com autismo costumam colecionar coisas obsessivamente.

Seguindo o conselho de sua irmã Nicky, Price retornou ao seu médico e em 2005  foi finalmente diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo.

Price diz: “Tudo se encaixou eu não era uma pessoa ruim, eu tinha uma deficiência que tornou difícil me interagir socialmente e entender as emoções das pessoas…”

Desde o diagnóstico, Price tentou agir melhor com as pessoas,  mas ela ainda deixa escapar comentários impróprios.

A maior mudança em sua vida foi quando ela conheceu Martyn, 36, gerente de vendas, em agosto de 2009.

Ele pediu para que ela não contasse sobre sua vida amorosa no trabalho. No entanto no verão passado, em um churrasco, ela  disse a seus colegas detalhes sobre sua intimidade com Martyn. Martyn por sua vez  ficou furioso, mas ela insistiu que estava apenas tentando divertir e   fazer mais amigos. Ela acreditava que as pessoas achavam engraçado o que dizia,  mas Martyn disse que ficou embaraçado.

Apesar disso, ele não ficou perturbado com seu autismo – atualmente o casal está vivendo juntos em Hampshire e ficaram noivos recentemente.

Fonte: The Sun

09 agosto 2011

Mãe que matou filho autista parecia oprimido em Maryland

 

 

WASHINGTON - Ben Barnhard, 13, tinha ilusões caiu £ 45, um feito para um menino que tinha suportado as provocações de seus colegas e se refugiou em seu quarto com seu gato de estimação preto, ou fazer origami .

No entanto, um mês antes de voltar para a escola, a mãe do menino, Margaret psiquiatra Jensvold, foi morto por um tiro na cabeça e depois cometeu suicídio.

A polícia encontrou dois corpos na terça-feira nos quartos da casa eles viviam em Kensington, um subúrbio de Maryland superior subúrbio de classe média de Washington DC. A polícia também encontrou uma mensagem.

"A escola, eu não posso fazer nada com o sistema escolar" foram as palavras que começou a carta, disse Susan Slaughter, Jensvold irmã, disse à Associated Press.

"As dívidas estão me matando. I hang", a mensagem.

Os membros da família disse surpreso as duas mortes e disse que Jensvold foi cada vez mais tensa devido à sua dificuldade financeira e angústia das discussões que tive com as autoridades do sistema do condado de escolas públicas por causa da educação especial precisava de sua filho, que sofre de espectro do autismo.

Eles disseram que o distrito escolar, aparentemente porque ele acreditava que seu sistema foi adequado para a educação de Ben-havia se recusado a financiar a ajuda do menino para uma escola particular para alunos com necessidades especiais.

Jensvold não tinha dinheiro e não queria que seu filho de volta à escola pública em que dizer a família, ela foi duramente julgados e marginalizados e onde Ben estava sofrendo problemas.

"(Ela) teve uma grande pressão sobre eles", disse Slaughter. "É difícil ser uma mãe solteira em qualquer circunstância, mas é cansativo ter um filho com muitas necessidades. Então, tê-lo de forma inadequada na escola e brigas com sua escola, foi muito traumático", disse ele.

Em seu texto, Jensvold disse por que ele tirou a vida de seu filho.

"Ela disse na mensagem que as pessoas sabiam quando eram crianças seus pais cometeram suicídio. Para aquelas pessoas era difícil e traumática, e ela não queria que Ben", disse Slaughter.

"Isso é muito verdadeiro", disse ele. "Eu não acho que Ben tinha conseguido se recuperar da perda de sua mãe."

FONTE:AP SAÚDE

08 agosto 2011

Prédio da Emeb 'Profª Lucia Steffen' é entregue para o Civai

A unidade passou por reforma para receber a entidade.

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da secretaria de Educação, realizou na manhã de 4 de agosto a entrega do prédio da Emeb “Profª Lucia Steffen” para o Colégio Integração e Vivência do Autista de Indaiatuba (Civai) ligado ao Centro de Integração, Reabilitação e Vivência do Autista (Cirva).

A entrega foi realizada pelo prefeito Reinaldo Nogueira no prédio da Unidade Escolar. Além do prefeito esteve presente a secretária de Educação, Rita de Cássia Trasferetti; a presidente do Cirva, Rosimary Martinha de Sousa; a diretora fundadora, Maria Rosilda da Silva; o secretário de Esportes, Maurício Baroni, a secretaria de Assistência Social, Vera Lúcia Lorenzetti Canali; o secretário de governo, Odair Gonçalves e o secretário de Negócios Jurídicos, Wanderley José Boni.

A secretária de Educação iniciou agradecendo a presença de todos e ressaltando o trabalho em parceria. “A pessoa que é diferente precisa ser amada e é isso que estamos fazendo aqui hoje, demonstrando esse respeito e amor por essas vidas. Agora o Civai é parceiro da Educação, pois temos autistas em salas normais, mas existem alunos que não há como ser atendidos em escola regular, por isso essa parceria é tão importante e é com respeito e carinho que entregamos esse prédio. Espero que aqui tenha muita alegria, aprendizado e amor. Parabéns a todos as famílias por essa conquista”, ressalta Rita.

A diretora fundadora do Cirva também trocou palavras com os presentes e agradeceu o prefeito Reinaldo Nogueira pela iniciativa. “Quero agradecer primeiramente a Deus por esse prédio e ao prefeito Reinaldo Nogueira que tem cumprido o seu dever com responsabilidade. Ser mãe de um autista não é fácil, pois existem as dificuldades para cuidar eles e sei que aqui temos profissionais que cuidam com amor e carinho. Deus me deu a missão de ser mãe de um autista e jamais poderia cruzar meus braços para cuidar apenas do meu filho. Nossas crianças tem o tratamento merecido aqui e hoje é um dia muito especial para nós no Cirva por receber este prédio”, declara Maria Rosilda.

Após os discursos houve o descerramento da placa inaugural.

Neste exercício sobre a administração do Cirva serão atendidos 20 alunos no Ensino Fundamental. Para 2012 a previsão é que haja um aumento de 20% dos alunos atendidos. A entidade atende também outros autistas no sistema de ambulatório, o atendimento continuará a ser feito na unidade antiga.

O prédio da Unidade Escolar foi desativado no início de 2010 e os alunos da Educação Infantil foram remanejados para a Emeb “Profª Áurea Moreira da Costa”, localizada no mesmo bairro. A reforma de adequação foi iniciada no final de março deste ano, com o objetivo de abrigar o Cirva. A execução da obra foi de responsabilidade da Projeção Engenharia Paulista de Obras Ltda com a fiscalização da Secretaria de Planejamento Urbano e Engenharia.

A reforma geral do prédio que possui 211,05 m² custou R$ 170.050,26 e incluiu a divisão de duas salas de aula em quatro, adaptação do pátio para uma secretaria, adequação de banheiros, substituição do alambrado por mureta e gradil e pintura geral. Também foi feito o aterro de uma parte do pátio e instalado um playground no local.

A Unidade Escolar está localizada na rua Alberto Santos Dumont nº 95, Vila Teller.

Cirva

O Centro de Integração, Reabilitação e Vivência do Autista, foi fundado em 1º de julho de 1997 por Maria Rosilda da Silva, que hoje é gerenciadora da entidade. Aos cuidados da presidente Rosimeire Martinha de Souza, o Cirva funciona atualmente na rua Padre Bento Pacheco nº 741 - Jardim Pau Preto.

O objetivo é proporcionar e melhorar a qualidade de vida dos autistas buscando sempre a inclusão social. O público alvo é: famílias, portadores de autismo, e outras síndromes na faixa etária de 5 a 30 anos. A entidade é conveniada com a Prefeitura de Indaiatuba por meio das Secretarias de Saúde, Educação e Social.

O Cirva atende 42 pacientes, 20 alunos do Núcleo Civai em três salas de aulas. São 22 alunos do Programa de Inclusão que recebem atendimentos de ambulatório. Também conta com profissionais de Fonoaudilogia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Educação Física, Psicologia, Educação Física, Refloxologia e Serviço Social além das orientações para mães e famílias. 

fonte:itu.com.br

Cientista relaciona uso da internet a autismo e cria polêmica

Uma neurocientista britânica criou polêmica entre pesquisadores ao dizer que o uso da internet está relacionado a alterações no cérebro que poderiam levar ao autismo. A professora de farmacologia na universidade de Oxford Baroness Greenfield já havia afirmado, antes, que os computadores deixam as pessoas menos atentas e menos empáticas. As informações dão do jornal britânico Daily Mail.

Após a divulgação do estudo de da professora Baroness, uma colega sua na universidade escreveu uma carta aberta à cientista dizendo que sua visão sobre o autismo era uma "lixo sem lógica". De acordo com a professora Dorothy Bishop, a polêmica só surgiu porque Baroness teria feito interpretações distorcidas sobre os dados levantados na Inglaterra.

O número de casos de autismo aumentou nos últimos vinte anos, mas para Dorothy, isso não está relacionado às novas tecnologias, como disse sua colega, mas apenas ao fato de que anos atrás muitos casos de autismo passavam despercebidos. Hoje, as técnicas de diagnóstico são melhores.

Em sua defesa, Baroness disse nunca ter afirmado que o uso da internet causaria autismo, mas que as novas tecnologias causam alterações no cérebro que levam a comportamentos semelhantes ao autismo. "Estamos em perigo se criamos um ambiente para a próxima geração no qual não se valoriza o contato visual, a linguagem corporal e os abraços", disse a cientista.

fonte:Terra

07 agosto 2011

Fui Atacada por Rackers no Meu Blog

QUERO DEIXAR DE AVISO AOS MEUS SEGUIDORES QUE HÁ TRES DIAS FUI VITIMA DE UM HAKER QUE ATACOU MEU BLOG E MEU BLOG E MEUS PERFIS NO GOOGLE FICARAM EM PANE
MAS COM A GRAÇA E SABEDORIA DE DEUS CONSEGUI ME SAFAR DESSA NÃO FOI FÁCIL MAS MEU BLOG ESTA DE VOLTA!
SE PERCEBEREM ALGO ESTRANHO POR FAVOR ME AVISE!
E O HAKER FOI DE ISRAEL NEM DAQUI DO BRASIL NÃO FOI OLHA SÓ GENTE!
PERDI MEU TEMPLATE QUE TINHA FEITO POIS FIKEI TÃO NERVOSA QUE FORMATEI MEU PC NA MESMA HORA PPOIS ELE INVADIU MEU SISTEM,A AQUI MAS JÁ ACABOU FIKOU FRUSTRADO!! E O BLOG TA NORMAL!
OBRIGADA A TODOS QUE CONTINUAM ME SEGUINDO SE O SITE DO GOVERNO E DA MISSAO PORTAS ABERTAS FOI ATACADO IMAGINE MEU BLOG QUE NEM CEM SEGUIDORES TEM ! ABRAÇOS A TDSSS

06 agosto 2011

Uma cura para o autismo

Biólogo brasileiro testa remédio contra a doença, que pode ser consequência de um cérebro superativo

Gustavo Heidrich

 

   Divulgação
IMERSO EM PESQUISA: O biólogo Alysson Muotri em seu laboratório na Universidade da Califórnia, onde estuda drogas que podem reverter o problema
Crédito: divulgação

Saber mais sobre como os neurônios se comportam ao longo de nossa vida sempre fascinou o biólogo Alysson Muotri. Depois do doutorado em genética na USP e uma passagem por Harvard, Muotri passou 6 anos no Instituto Salk, na Califórnia, que já abrigou prêmios Nobel como o inglês Francis Crick, um dos descobridores da estrutura do DNA. Nesse período, se aprofundou em como neurônios surgem no cérebro adulto. Os estudos na área o levariam a uma explicação inédita e uma possível cura para o autismo — que atinge uma a cada 110 crianças norte-americanas. “Conseguimos abalar um dos grandes dogmas da neurociência, aquele de que doenças mentais não têm cura.”

A grande revelação científica de Muotri, já professor do Departamento de Pediatria e Medicina Celular e Molecular da Universidade da Califórnia, foi descobrir que, em cérebros autistas, novos neurônios se formam com mais facilidade devido a uma mutação genética. Em pessoas comuns, o surgimento desses neurônios na fase adulta é possível porque nosso cérebro possui células-tronco (capazes de se diferenciar em diversas estruturas de nosso corpo) adormecidas. Quando estimuladas , por exemplo por novas experiências e aprendizados, elas se transformam em neurônios. “Isso acontece graças à ativação de determinadas sequências de genes, chamadas de elementos transponíveis.”

Na maioria das pessoas, exercitar a mente, seja lendo um livro, jogando xadrez ou aprendendo a tocar um instrumento, desperta os tais elementos transponíveis. Porém, os autistas não precisariam de tanto exercício. Segundo a pesquisa de Muotri, eles já possuem esse sistema naturalmente mais ativo do que gente saudável. Em tese, isso seria bom, já que um cérebro dinâmico pode gerar habilidades extraordinárias, como uma supermemória ou destreza em cálculos matemáticos. Mas isso também multiplica a chance de mutações que tornam os neurônios autistas defeituosos. Por exemplo, são menores e têm menos capacidade de completar sinapses, as regiões de comunicação entre as células cerebrais.

O pesquisador e sua equipe retiraram células da pele de pacientes autistas e saudáveis, depois fizeram com que elas voltassem a ser células-tronco e as submeteram a um ambiente similar ao do cérebro, usando vitaminais e sais minerais. “Assim, conseguimos que essas células se comportassem como neurônios”, diz Muotri. Acompanhando sua evolução, o grupo observou o surgimento dos defeitos nos neurônios autistas. Com o tempo, eles se atrofiavam. O passo seguinte foi testar várias substâncias para reverter o problema. Duas delas — o hormônio Insulin Grow Factor 1 (IGF1) e o antibiótico Gentamicina — provaram ser eficazes. “Em tese, curamos o autismo, mas ainda há vários testes para que essas drogas possam chegar ao mercado.”

Em caráter experimental, uma equipe de médicos do Children´s Hospital, em Boston, nos EUA, já usa as substâncias em um grupo de 10 crianças autistas. No entanto, os efeitos colaterais ainda não são completamente conhecidos. “Pode haver perda de memórias e até de conhecimentos adquiridos por conta da reconfiguração cerebral provocada pelos medicamentos”, diz Muotri. Se essas barreiras forem ultrapassadas, os autistas não devem ser os únicos beneficiados. “No futuro, talvez possamos ampliar a inteligência e a criatividade ao acelerar o desenvolvimento de neurônios em um cérebro adulto.”


TESTE DE LABORATÓRIO | Os experimentos que revelaram uma das causas da síndrome. E como eliminá-la
Daniel das Neves
Crédito: Daniel das Neves
fonte:galileu

Autismo- Gabriela um Anjo Autista

YESHUA - autista - 2011 - 5 anos


YESHUA - quase 5 anos - foi diagnósticado autista clássico aos 3 anos.
Todos os dias é uma nova experiência para todos nós que temos o privilegio de convivermos com ele. É o mais novo dos meus filhos, seu irmão NETO tem 12 anos. YESHUA , tem dificuldades em algumas coisas que pra qualquer outra criança de sua idade seria algo fácil, como ir ao banheiro sozinho, comer bobagens q criança gosta, aprender na escola, etc, pra ele as coisas são mais, digamos, complicadas, ele ainda usa fralda, age como um bebê de 2 anos e mei mas fala como um adulto, daí a minha conclusão que ele seja ASPERGER. Ele é autodidata, não aprende nada se vc ensina, mas aprende sozinho. Muitas vezes tem novidades de palavras que preciso procurar no dicionário. Ele não falava até os 3 anos. Quando gosta de algo, como esse video de musica ele quer passar o dia repetindo o video , sem parar. Tenho que colocar o video várias vezes. Tem muito ainda movimentos esteriotipados ( movimentos repetitivos) com as mãos e anda as vezes na ponta dos pés.
Diante de tantas coisas, eu ainda assim agradeço a DEUS pela sua infinidade bondade, pq amo meus filhos e sei que DEUS me deu dois lindos presentes. E como jó disse, repito, TUDO QUE EU TENHO É DE DEUS.
TE AMO SENHOR DEUS POR TUDO. AMÉM.

05 agosto 2011

"A quantidade de testosterona interfere na capacidade de empatia."


Um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, demonstra pela primeira vez que a testosterona afeta negativamente a capacidade das pessoas de sentir empatia.
O estudo realizado por Jack van Honk (Universidade de Utrecht)e Simon Baron-Cohen(Universidade de Cambridge), usou
um teste com aplicação de testosterona sob a língua de voluntários e mediram sua capacidade de "ler a mente",um dos indicadores da empatia.
A pesquisa usou um teste chamado "lendo a mente dos olhos",que testam quão bem alguém pode inferir o que a outra pessoa está pensando ou sentindo,olhando fotografias das expressões faciais ao redor dos olhos.
A leitura da mente é um aspecto da empatia,uma habilidade que mostra diferenças significativas de gênero,em favor das mulheres.
Os cientistas avaliaram 16 mulheres jovens de população em geral,pois as mulheres,em média, tem níveis mais baixos de testosterona do que os homens.
Os pesquisadores descobriram que a administração de testosterona não apenas leva a uma redução significativa na capacidade da leitura da mente,como também este efeito é fortemente preditivo da chamada relação 2D:4D, um marcador de testosterona pré-natal.
"Estamos muito animados com esta descoberta porque ela sugere que os níveis de testosterona pré-natal geram efeito posteriores da testosterona sobre a mente",disse o Dr. Jack van Honk.
"Este estudo contribuiu para o nosso conhecimento de como pequenas diferenças hormonais podem ter efeitos a longo alcance sobre a empatia",comenta Simon Baron-Cohen.
O novo estudo tem várias implicações importantes:
1) os níveis correntes de testosterona afetam diretamente a capacidade de uma pessoa de ler a mente dos outros.Isso pode ajudar a explicar porque em média as mulheres tem melhor desempenho em testes deste tipo do que os homens,uma vez que os homens em média, produzem mais testosterona que as mulheres.
2) que a relação 2D:4D,um marcador de testosterona total, prevê a medida em que a testosterona terá este efeito mais tarde.Isso sugere que os níveis de testosterona no útero tem um "efeito organizador"de longo prazo na função cerebral.
Finalmente, dado que as pessoas com autismo tem dificuldade em ler a mente,e que o autismo
afeta homens com mais frequência do que mulheres, o estudo fornece mais apoio para a teoria andrógena do autismo- a testosterona é um andrógeno.