Pesquisar este blog

codigos blog

assine o feed

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também

Seguidores e seguidos!

14 dezembro 2012

Paim fala sobre Autistas MUITO IMPORTANTE ASSISTAM O VIDEO

11 dezembro 2012

Entrevista Cristiano torres, Record News "Programa Ressoar"

03 dezembro 2012

Na Etiópia, autistas sofrem por desconhecimento da condição e superstição

Em 1995, a etíope Zemi Yunus não sabia o que era autismo, mas tinha consciência de que seu filho Jojo, então com quatro anos, era "diferente das outras crianças da idade dele".
Foi então que seu marido assistiu a um programa de televisão sobre a condição. Na época, a família vivia nos Estados Unidos.
Zemi sobre o filho Jojo:
 "um jovem bonito, com muitas vitórias"

De repente, o casal se deu conta de que era possível que Jojo fosse autista. Certamente, os sintomas descritos pareciam indicar isso.
Pouco tempo antes de retornar à Etiópia, Zemi começou a pesquisar o assunto com mais profundidade.
Zemi disse que, assim como muitos pais de crianças autistas, ela se preocupava com a demora do filho em começar a falar.

'Mimado'
Vários médicos haviam dito a ela que não se preocupasse porque, frequentemente, meninos começam a falar um pouco mais tarde.
No entanto, quanto mais pesquisava, mais Zemi reconhecia que o atraso na fala do filho, assim como suas ações repetitivas e dificuldades de comportamento eram claramente manifestações de autismo.
Infelizmente, o diagnóstico da condição, particularmente em países em desenvolvimento, é raro.
Ao retornar à capital da Etiópia, Addis Abeba, Zemi consultou psicólogos, médicos e outros profissionais durante vários anos. Nunca obteve uma confirmação de suas suspeitas.
Dona de seu próprio negócio, a mãe de Jojo teve dificuldade em encontrar uma escola para o filho. Muitos professores diziam que Jojo era "mimado". Ele foi expulso de cinco escolas consecutivamente.
Uma instituição pediu pagamento triplo para aceitar Jojo.
Problema Comum
A essa altura, Zemi já tinha pesquisado amplamente o tema e sabia que a ocorrência de autismo na região era bastante alta.
Na Etiópia, ninguém falava publicamente sobre o assunto, mas ela insistiu. Começou a procurar por outros pais afetados pelo problema.
Zemi ficou chocada com o que encontrou. Famílias com crianças autistas as mantinham em casa, com frequência em quartos escuros.
Ela encontrou o caso de uma menina cujas mãos ficavam amarradas atrás das costas, provavelmente para impedir que ela agredisse a si própria. (Esse não é um comportamento raro entre crianças autistas, especialmente quando estão estressadas.)
Suas experiências a levaram a querer falar publicamente sobre o autismo.
Em 2002, usando seu bem-sucedido negócio para promover suas atividades beneficentes, Zemi inaugurou o Joy Centre for Children with Autism em Addis Abeba.
A escola começou a funcionar com quatro alunos - entre eles, seu filho - e três funcionários. Hoje, 75 crianças estão matriculadas na escola e a equipe conta com mais de 30 funcionários.
Como a escola não tem fins lucrativos, os pais pagam o que podem. A instituição recebe auxílio da ONU e de outros doadores.
A criação do centro levou o governo da Etiópia a iniciar um programa para crianças com necessidades especiais.
'Possuídos pelo demônio'
Isso não quer dizer que os etíopes mudaram sua atitude em relação aos que sofrem de autismo.
Muitas pessoas ainda pensam que as crianças afetadas pela condição são possuídas pelo demônio em virtude de pecados cometidos por seus pais. Isso explica por que, frequentemente, crianças autistas são escondidas pelas famílias.
Também há muita ignorância sobre o assunto no setor médico.
Elias Tegene, um psicólogo que se especializa em autismo, descreve a condição como um novo "tema" que só se tornou conhecido na última década.
Apesar da falta de dados oficiais no país, ele acredita que a incidência da condição está crescendo rapidamente.
O problema é acentuado pelo fato de que muitos médicos na Etiópia nunca ouviram falar da condição.
Os que identificam a condição tratam os pacientes como casos psiquiátricos (embora o problema seja, na verdade, neurológico) ou simplesmente dizem aos pais que precisam educar melhor seus filhos.
Com base em suas observações, Tegene disse acreditar que o autismo é mais comum em crianças da chamada "geração boom", ou seja, etíopes que viajaram para o exterior para trabalhar e estudar.
O menino de nove anos Addis é uma dessas crianças. Ele nasceu em Maryland, nos Estados Unidos, de pais etíopes. Seu diagnóstico foi feito quando ele tinha apenas dois anos.
O diagnóstico rápido se deveu ao fato de que Addis nasceu prematuro, com 27 semanas, e já estava sendo monitorado por uma equipe médica.
Vida Ativa
O pai de Addis, Abiy, disse que demorou para que ele e a esposa aceitassem o diagnóstico inicial.
"Todo mundo tinha uma teoria sobre por que isso tinha acontecido", disse Abiy.
Segundo ele, há uma percepção de que o autismo é mais comum entre comunidades de migrantes vindos do Chifre da África - na região nordeste do continente.
"Alguém nos disse que as crianças que tinham sido diagnosticadas em casa (na Etiópia) eram aquelas que tinham nascido no exterior , nos Estados Unidos ou na Europa".
Foi a esposa de Abiy, Azeb - uma professora primária hoje se especializando em crianças com necessidades especiais - quem primeiro sugeriu que talvez Addis fosse autista.
O marido, no entanto, resistiu à ideia de procurar tratamento por não querer aceitar a realidade. O diagnóstico resultou em um período de muita reflexão para Abiy.
Hoje, Addis vive uma vida ativa, cheia de atividades. Ele tem um senso de direção particularmente desenvolvido.
"Meu filho é uma criança ótima. Se nasceu com autismo, que seja. Mas ele é o melhor filho (do mundo)", diz Abiy.
"Ele se comporta bem e nunca nos atrapalhou de maneira alguma".
Embora não haja pesquisas para confirmar a visão do psicólogo Elias, de que o autismo está aumentando entre os etíopes, e especialmente entre os que vivem no exterior, há evidências em relação a crianças da Somália vivendo no exterior.
Em 2009, o jornal New York Times publicou uma reportagem dizendo que autoridades do Departamento de Saúde de Minnesota, nos Estados Unidos, tinham chegado a um acordo em relação a um fato impressionante: havia índices mais altos de autismo em crianças somális vivendo no Estado.
Embora enfatizando que a amostra era bastante pequena, as autoridades citadas no artigo disseram que as crianças somális tinham entre duas a sete vezes mais probabilidade de sofrer da condição do que pessoas de outras etnias.
Dados da Suécia e de outros pontos dos Estados Unidos parecem reforçar essa teoria.
Pesquisas
Abdirahman D. Mohammed - um médico somáli que trabalha no Axis Medical Centre, em Minneapolis - trata um grande número de pacientes de várias origens e disse não ter dúvidas de que o autismo ocorre em índices anormalmente altos em crianças de origem somali.
"Infelizmente, é um problema imenso para a nossa comunidade. Pode causar muita perturbação e ansiedade para as famílias", disse o médico.
Além disso, algumas pessoas associam o autismo a programas de imunização infantil - embora esse vínculo nunca tenha sido provado.
Como resultado, algumas crianças somális nos Estados Unidos não estão sendo vacinadas contra doenças perigosas.
E se de fato existe uma maior concentração de casos de autismo entre crianças da comunidade somali, qual seria a explicação para isso? Mohammed não sabe a resposta.
"Será que isso é ambiental, genético, ambos? Não sabemos. É um grande mistério".
Felizmente, o US Centre for Disease Control and Prevention acaba de aprovar financiamento para pesquisas sobre o assunto. Talvez sejam necessários mais estudos na Etiópia e entre comunidades de etíopes vivendo no exterior.
E de volta a Addis Abeba, os anos se passaram e hoje o filho de Zemi, Jojo, é um jovem de 20 anos.
A mãe o descreve como "um jovem bonito, com muitas vitórias". Recentemente, ele começou a dizer algumas palavras.
"Ele está prestes a falar. Estou tão animada com isso! As coisas estão caminhando".
Histórias como a de Jojo e a de Addis enchem de esperança famílias afetadas pelo autismo no mundo inteiro.
Autismo
Uma deficiência do desenvolvimento neurológico que se manifesta por meio de dificuldades de interação social e de comunicação, falta de imaginação e de brincadeiras criativas.
Com frequência, as crianças não parecem afetadas pelo problema quando bebês. Alcançam todas as metas de desenvolvimento esperadas, incluindo as primeiras manifestações da fala, mas não apresentam comportamento social normal entre um e três anos de idade.
Outras características típicas são má coordenação, falta de contato olho no olho e ausência de expressões faciais. Crianças com autismo podem ter dificuldade de falar normalmente e 75% delas também apresentam dificuldades de aprendizado.
Crianças autistas frequentemente possuem talentos extraordinários, como, por exemplo, são exímias desenhistas, matemáticas, musicistas ou são dotadas de memória fotográfica. Não existe cura ou tratamento para o autismo.
FONTE:BBC 

Pesquisa liga autismo à poluição atmosférica

Uma pesquisa realizada na Califórnia, Estados Unidos, sugere que o autismo está ligado à poluição gerada por veículos.
O estudo envolveu mais de 500 crianças e as descobertas foram apresentadas na revista especializada Archives of General Psychiatry.


Os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia usaram dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos para calcular os níveis de poluição registrados nos endereços escolhidos para participar da pesquisa.
Os dados foram usados para comparar a exposição à poluição no útero e durante o primeiro ano de vida. Foram analisadas 279 crianças com autismo e 245 crianças sem o problema.
De acordo com os cientistas, as crianças que viviam nas casas expostas à uma quantidade maior de poluição "tinham três vezes mais chances de ter autismo, comparadas às crianças que moravam em casas com níveis mais baixos de exposição" à poluição.
Os pesquisadores da Califórnia alertam que esta constatação pode ter implicações mais amplas, pois a poluição do ar é "comum e pode ter efeitos neurológicos duradouros".
Outras variantes
Outros pesquisadores questionaram como a poluição pode alterar o desenvolvimento do cérebro de uma criança e levar ao autismo.
"Me parece muito improvável que a associação (entre poluição do ar e autismo) seja causal", afirmou Uta Frith, professora de desenvolvimento cognitivo do University College de Londres.
Para a professora, o estudo californiano não "nos fez avançar em nada, pois não apresenta um mecanismo convincente pelo qual os poluentes podem afetar o desenvolvimento do cérebro para resultar em autismo".
Um dos problemas com estudos deste tipo é que é difícil analisar todos os aspectos da vida de uma pessoa que podem afetar a probabilidade de desenvolver autismo, como o histórico familiar, por exemplo.
Isto significa que o estudo não pode afirmar que o autismo é causado por poluição gerada por veículos, apenas que pode haver uma ligação entre as duas coisas.
Mas, para Sophia Xiang Sun, do centro de pesquisas em autismo da Universidade de Cambridge, diminuir a poluição seria uma boa ideia.
"Sabemos que a poluição do ar relacionada ao trânsito de veículos pode contribuir com muitas outras doenças e é biologicamente plausível que também tenha um papel no desenvolvimento do autismo", afirmou.
"No entanto, existindo ou não uma associação potencial entre autismo e poluição do ar, a redução desta poluição relacionada ao trânsito seria boa para a saúde pública", acrescentou.
fonte:BBC

13 novembro 2012

Gripe na gravidez dobra risco de bebê autista

Diante do vínculo observado entre a gripe da mãe e o autismo da criança, os autores do estudo recomendam às mulheres grávidas que se vacinem por precaução
Estudo: o risco de autismo até triplicou quando as mães sofreram febre por períodos prolongados, de sete dias ou mais de duração, antes da 32ª semana de gravidez
São Paulo - As mulheres afetadas por uma gripe durante a gravidez têm duas vezes mais chances de conceber um filho autista, revela um estudo realizado na Dinamarca e publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.
A pesquisa, baseada em entrevistas com as mães, envolveu quase 97 mil crianças dinamarquesas com entre 8 e 14 anos nascidas entre 1997 e 2003. Deste total, apenas 1% (976) foi diagnosticado com autismo.

Mas quando os autores perguntaram às mães se haviam sofrido algum tipo de enfermidade durante a gravidez, entre as que relataram a ocorrência de gripe o risco de ter um filho autista mais que dobrou, destaca o estudo publicado pela revista americana Pediatrics.

O risco até triplicou quando as mães sofreram febre por períodos prolongados, de sete dias ou mais de duração, antes da 32ª semana de gravidez.

Os autores ignoram "se o tratamento com antibióticos está associado com o autismo observado". "Esta relação entre antiobiótico e autismo é algo novo e ainda não confirmado".

Diante do vínculo observado entre a gripe da mãe e o autismo da criança, os autores do estudo recomendam às mulheres grávidas que se vacinem por precaução.

Os pesquisadores realizaram o estudo com base em resultados de uma investigação realizada com ratos que sugeriu que a ativação do sistema imunológico materno durante a gravidez pode provocar deficiências no desenvolvimento neuronial do feto.
fonte: exame

20 outubro 2012

Katy Perry faz dueto de 'Firework' com menina autista

Prepara o coração porque vai ser difícil assistir a esse vídeo e não se arrepiar. O programa de TV “Night of Too Many Stars”, que busca arrecadar dinheiro para escolas e instituições que trabalham com o autismo, promoveu o encontro de Katy Perry com uma fã muito especial.A pequena Jodi DiPiazza é autista e com o incentivo de seus pais e professores, desenvolveu seus talentos na música.Jodi é apaixonada por Katy Perry e se encontrou com a cantora em um programa da TV dos Estados Unidos para fazer um dueto da música 'Firework'. Jodi se apresentou no piano e cantou junto com sua diva.

15 outubro 2012

Tecnicas para utilizar quando a criança se agride ou faz birras para conseguir o que quer


Aqui está uma pergunta que me foi feita recentemente por um pai que faz o Programa Son-Rise com o filho.

"Tem sido uma semana difícil para o meu filho Mateus. Ele está a agredir-se muito e também se arranha até rasgar a pele quando se sente frustrado; grita imenso ... alguma sugestão sobre o que podemos fazer para ajudá-lo??

Adorava dar-lhe algumas ferramentas para ajudar o Mateus, mas primeiro quero destacar que nós só sabemos o que ele está a fazer, e não necessariamente o que ele está a sentir (a menos que ele vos disser "Estou frustrado").

Quando assumimos que ele está frustrado, vamos estar mais focados em melhorar os seus sentimentos e a tentar mantê-lo feliz, versus ajuda-lo a encontrar uma forma mais eficaz de se comunicar. Tirando este pressuposto fora da equação, ajudá-lo-a a avaliar a situação com mais clareza e assim poder ver que ele está a tentar usar esse comportamento para dizer algo. Talvez, quando ele fez isso, as pessoas à sua volta reagem mais rapidamente ( disse que tinha sido " uma semana dificil", sugerindo que tenha tido uma determinada atitude) ou talvez algo não estava a ser como o seu filho queria, e ele fez o melhor que sabia para comunicar alguma coisa que seria para ele um desafio comunica-lo com palavras. Aqui estão três ferramentas que pode usar para ajudá-lo.

1) Intenção - para ajudá-lo a encontrar uma forma de se comunicar e que as pessoas vão entender.

2) Atitude - estar confortável, calmo e amoroso (a calma na tempestade), acreditando que ele está fazendo o melhor que pode com o que ele tem. Ele não vai fazer algo que não resulte de forma a atingir os seus objectivos.

3) Ação - Mova-se lentamente (contrariamente aos 3 E)sempre que ele exibir esse tipo de comportamentos, explique que não entende o que significa quando ele faz isso. Não lhe dê o que acha que ele quer de imediato, fazendo isso irá ensinar-lhe que aquele comportamento resulta; quando ele quer alguma coisa . Quando ele está a usar palavras, sons ou comunicação não verbal (por exemplo, apontando, empurrando algo quando não quer o que lhe está a oferecer, tapando as orelhas, etc) responda com rapidez e celebre para por ele ter mostrado o que quer.

Se não sabe o que ele quer, docemente diga-lhe que ele pode usar palavras, sons ou os olhos para lhe mostrar , e que você entende quando ele faz isso. Se sabe o que ele quer, mas se decidiu que não quer dar-lhe (por exemplo, outro biscoito, abrir a porta do quarto de brinquedos, etc.) Amorosamente explique-lhe que, mesmo que ele se agrida, não vai ter a coisa que quer.
fonte: https://www.facebook.com/notes/vencer-autismo/tecnicas-para-utilizar-quando-a-crian%C3%A7a-se-agride-ou-faz-birras-para-conseguir-o/472191382821400

SINAIS E EXAMES


Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir os seguintes marcos de linguagem:

  • Balbuciar aos 12 meses
  • Gesticular (apontar, dar tchau) aos 12 meses
  • Dizer palavras soltas antes aos 16 meses
  • Dizer frases espontâneas de duas palavras aos 24 meses (não só repetir)
  • Perder qualquer habilidade social ou de linguagem em qualquer idade
  • Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo (como a lista de verificação de autismo em crianças [CHAT] ou o questionário para triagem de autismo).
  • Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos de um livro chamado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º ed.
  • Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como
  • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADI-R)
  • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
  • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
  • Escala de classificação do autismo de Gilliam
  • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento, estágio 3
  • As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos (em busca de anomalias nos cromossomos).

O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas a avalie. Eles podem avaliar:

  1. Comunicação
  2. Linguagem
  3. Habilidades motoras
  4. Fala
  5. Êxito escolar
  6. Habilidades de pensamento

Às vezes, as pessoas relutam em fazer o diagnóstico porque se preocupam em rotular a criança. No entanto, sem o diagnóstico, a criança pode não receber os tratamentos e os serviços necessários.
TRATAMENTO
Um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com autismo. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.
O tratamento tem mais êxito quando é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias disponíveis, incluindo:

  • Análise aplicada do comportamento (ABA)
  • Medicamentos
  • Terapia ocupacional
  • Fisioterapia
  • Terapia do discurso/linguagem
  • Terapias de integração sensorial e da visão também são comuns, mas há poucas pesquisas que comprovam sua eficácia. O melhor plano de tratamento pode usar uma combinação de técnicas.

ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO (ABA)
Este programa é para crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. Pode ser eficaz em alguns casos. 
A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento.
Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental. Esses programas podem ser muito caros e não foram amplamente adotados pelos sistemas escolares. Os pais muitas vezes procuram financiamento e auxílio profissional em outros lugares, o que pode ser difícil em muitas comunidades.

TEACCH
Outro programa é o Tratamento e educação para autistas e crianças com déficits relacionados à comunicação (TEACCH). O TEACCH foi desenvolvido como um programa estadual na Carolina do Norte, EUA. Ele utiliza programas com imagens e outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.
O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.
MEDICAMENTOS
Muitas vezes são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os autistas apresentem, incluindo:

  • Agressividade
  • Ansiedade
  • Problemas de atenção
  • Compulsões extremas que a criança não pode controlar
  • Hiperatividade
  • Impulsividade
  • Irritabilidade
  • Alterações de humor
  • Surtos
  • Dificuldade para dormir
  • Ataques de raiva

Atualmente, somente a risperidona foi aprovada para tratar a irritabilidade e a agressividade do autismo que podem ocorrer em crianças de 5 a 16 anos. Outros medicamentos que também podem ser usados incluem ISRSs, divalproato de sódio e outros estabilizadores de humor e possivelmente estimulantes, como o metilfenidato. Não há medicamentos para tratar o problema subjacente do autismo.
DIETA
Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos. Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos.
Se você está considerando essas ou outras alterações alimentares, fale com um médico especialista no sistema digestório (gastroenterologista) e com um nutricionista. Você deve garantir que a criança continue ingerindo calorias e nutrientes suficientes e que tenha uma dieta balanceada.
OUTRAS ABORDAGENS
Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.
Em um momento, houve muita empolgação com o uso de infusões de secretina. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito. No entanto, as pesquisas continuam.

fonte:http://medico.uol.com.br/br/topic/autismo/sinais-e-exames#

CAUSAS, INCIDÊNCIA E FATORES DE RISCO


O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo.
Os fatores genéticos parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos. Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças autistas. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.
Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:

  • Dieta

Alterações no trato digestório
Contaminação por mercúrio
A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
Sensibilidade a vacinas

  • AUTISMO E VACINAS

Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O site dos Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) oferece mais informações.
QUANTAS CRIANÇAS TÊM AUTISMO?
O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imaginava. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.
O autismo afeta 3 a 4 vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada estranha há 30 anos.
Outros transtornos de desenvolvimento pervasivo incluem:

  • Síndrome de Asperger (como o autismo, mas com desenvolvimento normal da linguagem)
  • Síndrome de Rett (muito diferente do autismo e só ocorre no sexo feminino)
  • Transtorno desintegrativo da infância (doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade)
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo - não especificado (TPD-NE), também chamado de autismo atípico
  • SINTOMAS
  • A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:
  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal
  • Algumas crianças com autismo parecem normais antes de 1 ou 2 anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.

Uma pessoa com autismo pode:

  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usá-las)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos
  • Os sintomas podem variar de moderados a graves.
  • Os problemas de comunicação podem incluir:
  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido

Interação social:

  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia
  • Resposta a informações sensoriais:
  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor
  • Brincadeiras:
  • Não imita as ações dos outros
  • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
  • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

  • Comportamentos:
  • Tem acessos de raiva intensos
  • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
  • Tem baixa capacidade de atenção
  • Tem poucos interesses
  • É hiperativo ou muito passivo
  • Tem comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
  • Tem uma necessidade intensa de repetição
  • Faz movimentos corporais repetitivos

fonte: http://medico.uol.com.br/br/topic/autismo/causas-incidencia-e-fatores-de-risco#

Poderia um Exame de Sangue Detectar Autismo Precoce?

Uma empresa desenvolveu um simples exame de sangue para identificar a maioria dos casos de autismo - mas determinar se ele realmente funciona não é tão simples.


Uma empresa chamada SynapDx espera que um simples exame de sangue seja capaz de identificar a maioria dos casos de autismo em crianças muito mais rápido que as avaliações atuais. Na Conferência de Genética para o Consumidor em Boston na semana passada, o fundador e diretor executivo da SynapDx Stanley Lapidus disse que a empresa iria em breve começar a avaliar a capacidade de seu teste de diagnóstico, o qual examina a atividade do gene, para identificar as crianças com o transtorno. Enquanto tal exame seria de grande valia se for bem sucedido, o conceito é "arriscado", diz um consultor científico da empresa, porque ainda não se sabe se há um marcador molecular para o autismo.

Estima-se que uma em cada 88 crianças nos Estados Unidos foi diagnosticada com um transtorno do espectro do autismo em 2008, de acordo com o Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O autismo é referido como um distúrbio de espectro porque é provávelmente uma mistura de várias condições diferentes. Os afetados podem apresentar uma grande variedade de sintomas, de embaraço social e obsessões incomuns até atrasos significativos de linguagem e deficiência intelectual. Embora a causa da doença não seja totalmente esclarecida, os pesquisadores identificaram fatores tanto genéticos como ambientais (ver, por exemplo, "Deleção de DNA Ligada ao Autismo" e "Novos Pensamentos sobre o Autismo").

Enquanto não existem tratamentos medicamentosos disponíveis, a terapia comportamental pode ajudar cerca de 20% dos pacientes, diz Lapidus. Mas esta terapia é mais eficaz se começa cedo, e o diagnóstico pode levar anos. Apenas 20% das crianças são diagnosticadas com a idade de três anos, ele diz, e o diagnóstico é baseado na observação direta da criança, bem como nos relatórios dos pais sobre o comportamento da criança. Em média, os pais começam a se preocupar quando a criança tem cerca de 19 meses de idade, mas não obtem um diagnóstico até que a criança tenha quatro anos e meio.

"É um caminho muito longo, e o tamanho dessa jornada prejudica os resultados", Lapidus disse à platéia. "A cada mês, a cada ano que seu filho não é diagnosticado significa a diminuição da chance da terapia comportamental influenciar o resultado."

Lapidus espera que teste SynapDx seja capaz de identificar a maioria das crianças com transtornos do espectro do autismo em uma idade muito mais jovem. A empresa vai anunciar em breve um estudo de 600 pacientes que irá testar a forma atual do ensaio contra os diagnósticos feitos pelo método atual de avaliação. Outros grupos também estão trabalhando em exames moleculares para o autismo: por exemplo, no mês passado pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, anunciaram que tinham desenvolvido um teste genético que "previa corretamente ASD com mais de 70% de precisão em pessoas de ascendência na Europa central."

O exame da empresa é baseado no trabalho do Hospital Infantil de Boston, diz Lapidus. Os pesquisadores Isaac Kohane e Louis Kunkel identificaram um perfil molecular de 245 genes regulados exclusivamente em pacientes com transtornos do espectro do autismo. Um exame de sangue com base no trabalho dos pesquisadores pode identificar autismo com 85% de precisão, de acordo com o hospital. A empresa também licenciou a tecnologia da pesquisadora em autismo Valerie Hu, da Universidade George Washington. Equipe de Hu identificou diferenças na atividade genéticas em pacientes com transtornos do espectro do autismo.

"Pelo menos quatro grupos diferentes identificaram potenciais biomarcadores", diz Dan Geschwind, diretor do Centro de Pesquisa e Tratamento do Autismo da Universidade da Califórnia, Los Angeles, e consultor científico da SynapDx. Mas nenhum desses grupos, incluindo o seu próprio, provou que estes biomarcadores podem distinguir prospectivamente crianças autistas de não-autistas, diz ele.

"Essa proposta toda de procura de marcadores no sangue não é sem risco significativo", diz ele. "Vale a pena procurar, mas isso não significa que vamos encontrá-los."

O valor de tais biomarcadores seria para diagnósticos precoces. "Quanto mais cedo se pode iniciar intervenções, melhor", disse Hu. No momento, todas as intervenções tendem a ser comportamentais, diz ela, mas seu objetivo é utilizar perfis de atividade de genes não apenas como uma forma de diagnóstico, mas também para "entender a biologia por trás do autismo, a fim de desenvolver novas terapias".

Ainda assim, o fato de que os médicos e pesquisadores ainda não entendem completamente o autismo faz um teste como este parecer estar à frente da pesquisa. "Um diagnóstico molecular neste momento é pior do que prematuro - ele tem o potencial de ser enganoso", diz Jeanne Loring, pesquisadora de células-tronco no Scripps Institute, que estuda a base molecular do autismo. "O autismo é um transtorno do espectro, com uma série de variações", ela diz; ela acredita que precisamos compreendê-las melhor antes que muito mais avanços possam ser feitos.
fonte:http://www.technologyreview.com.br/read_article.aspx?id=41478

12 outubro 2012

O BLOG FOI selecionado entre os 100 melhores no top blog vamos para a segunda fase entrem e votem

http://selo.topblog.com.br/adserver/selo
/logClickRedireciona.php?cod=a227db5656_18106537
QUERO AGRADECER COM CARINHO A TODOS QUE VOTARAM PARA MELHOR BLOG NESTE BLOG POIS VOCÊS NÃO IMAGINAM O QUANTO ISSO NOS FORTALECE EM PROSSEGUIR AQUI COM RELATOS E INFORMAÇÕES SOBRE O AUTISMO AGORA VAMOS PARA A SEGUNDA FASE POR FAVOR ENTRE E VOTE NOVAMENTE VOCE PODE VOTAR PELO FACEBOOK TWITTER E EMAIL CONFIRMANDO PELO EMAIL POR FAVOR VOTEM E NOS APOIE MEU MUITO OBRIGADA PELO INCENTIVO A TODOS ABRAÇOS MEU E DO WILLIAN!

É SÓ CLICAR NO LINK:http://www.topblog.com.br/2012/index.php?pg=busca&c_b=18106537

DESABAFO E DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO DO WILLIAN


COMO JÁ HAVIA RELATADO NO ÚLTIMO POST SOBRE O PROGRESSO DO WILLIAN
ELE REALMENTE REGREDIU NO TRATAMENTO; CONFESSO QUE EU ESTAVA ME PREPARANDO PARA ISSO MAS NÃO ESPERAVA QUE SERIA TÃO TERRÍVEL.
ESTOU MUITO TRISTE, ANGUSTIADA, MAS SABIA QUE POR FORÇAR ALGO QUE ELE DEMORARIA ACEITAR E ACEITOU QUE FOI A COMIDA;
MAS DEVIDO À FORTES MUDANÇAS ESTE ANO, TEM SIDO O MAIS DIFÍCIL QUE HOUVE MUDANÇA NO TRANSPORTE E NO HORÁRIO DE AULA DELE QUE DA MANHÃ PASSOU PARA O PERIODO DA TARDE... SEM FALAR DE OUTRAS COISAS QUE OCORRERAM COM O WILLIAN EM SALA DE AULA QUE ME ENTRISTECEM SABER QUE  PIOROU AS COISAS.
CONCLUSÃO:
O WILLIAN ESTÁ SURTANDO DEMAIS ONDE TEM AULA E ESTÁ ATÉ SEGUNDA ORDEM SEM PODER IR A AULA DEVIDO AOS ACONTECIMENTOS. AINDA ESTE MÊS TERÁ UMA REUNIÃO QUE IRÃO VER O QUE FAZER PELO CASO.
GOSTARIA DE RELATAR SÓ COISAS BOAS ; MAS QUERO DIZER QUE TUDO NA VIDA PASSAMOS POR ALTOS E BAIXOS E COM A AUTISMO NÃO É DIFERENTE
HÁ PROGRESSOS E RECAÍDAS ESTAVA CIENTE DISSO.
CONFESSO QUE ME SINTO PÉSSIMA, MAS PENSAVA EU QUE A MELHORA DELE SERIA TÃO GRANDE ESTE ANO QUE PODERIA A VOLTAR A FAZER ALGO QUE ALMEJO...
OBRIGADA A TODOS QUE SEGUEM O BLOG!
ABRAÇOSS MEU E DO WILLIAN FIQUEM COM DEUS
QUANDO EU CHORAR VOU ME LEMBRAR ..QUE ATÉ AQUI TUA MÃO SENHOR ME SUSTENTOU! OBRIGADA SENHOR!

24 setembro 2012

Mãe de autista violento implora por ajuda; saiba mais desta doença

Franscisco, de 17 anos, apresenta série de limitações por conta da moléstia. Confira o depoimento daqueles que cuidam do garoto.

23 setembro 2012

Essa é para os familiares das mães dos autistas!


Essa é para os familiares das mães dos autistas!
ficar com o autista de vez em quando e dizer há é moleza é fácil.
Dar comida pra um autista uma vez ou outra e dizer ai comigo ele comeu tudinho é fácil.
levar um autistas pra passear uma vez na semana e dizer ele se comportou muito bem é fácil .
O difícil mesmo e estar ali 24 horas ,tendo que se limitar em tudo e tendo tempo pra quase nada.

Papai se vc chega em casa cheio de amor pra dar e sua esposa se encontra indisposta cansada não pense que o problema é vc ela só esta cansada do dia que com certeza foi duro,más mesmo cansada e abatida pode ter certeza que ela não se recusara a receber uma boa massagem nos pés e um bom cafune pra relaxar e dormir e se não foi como vc queria entenda que ela também sente por isso.

Filhos maiores se vcs chegam da escola do cursinho ou até mesmo dos encontros com os amigos e por ventura o jantar não estava tão bom quanto na casa do seus amigos não reclame entenda que sua mãe mesmo tão ocupada com seu pequeno irmão ela se prontificou em ir pra a cozinha e preparou o seu jantar isso mostra que o amor dela por vc continua o mesmo ,mesmo que a comida esteja um pouco sem tempero talvez pelo esquecimento dela na preocupação que seu irmão se machucasse na cozinha diga que esta delicioso isso fará com que ela se sinta bem e aproveitando de nela aquele beijo ela merece !!

irmãos irmãs não esqueçam de mandar os convites para as reuniões porque mesmo as vezes não podendo comparecer o que vale e saber que a família esta reunida isso dar forças pra mamãe que conta com todo apoio nessa caminhada.

Família quanto mais apoio vc a mamãe do autista tiver mais força ela terá pra caminhar ,mas se vc não quiser participar fique fora mais não critique porque criticas 
não ajudam em nada simplesmente pesam ainda mais a caminhada!!

SER AUTISTA NÃO IMPEDE DE SER FELIZ E TER UMA FAMÍLIA FELIZ!!!!

10 setembro 2012

09 setembro 2012

Quando eu Chorar

Deus, meu Deus
Tudo está tão difícil pra mim
Deus, meu Deus
Muitos me perguntam: Onde tu estás?
Dentro de mim
Minha alma se abateu
Mas Tua mão contudo me escondeu
Em Tua presença, oh Deus

Quando eu chorar, vou me lembrar
Que até aqui, Tua mão me sustentou
Digo a minha alma espera em Deus
Pois ainda O louvarei, eu O louvarei

Eu te louvarei, em meio a provação, em meio as lutas.
Eu te louvarei, eu te louvarei, venha o que vier.
Eu te louvarei, eu te louvarei
Louvarei, teu nome Senhor.

Desabafo e desenvolvimento do Willian

Estes últimos dias tem sido dificeis pois o Willian teve uma recaída muito séria e complicou as coisas,
por causa de mudanças de rotina  a principal , neste ano  é como se tivéssemos voltado no começo de tudo diante de tantas dificuldades que temos atravessado. Mas até aqui o Senhor Jesus tem nos sustentado e nos dado sua graça, misericórdia e amor.
Muitas frustrações tem nos ocorridos diante de pessoas que se dizem ser quem são e tem muito nos decepcionado por não entender que o Willian reage como reage não porque é mimado e sim por que é autista . como disse agora pessoas sem entender até mesmo onde deveriam entender não entender e interpretam mal o comportamento do Willian como Criança Mimada 
tendo sido diagnosticado com autismo tipico e grave é tão dificil se dar com a situação e ouvir tais coisas. Confesso que não tem sido nada fácil mas quero deixar aqui minhas palavras que não perdi a fé e a esperança e sei que não estou só.
vai aqui meu agradecimento àqueles que entendem e suportam o willian com carinho tal como a professora dele e alguns funcionários obrigada a estes. e a todos que tem estendido suas mãos em oração e ajuda obrigada!
OREM AQUELES QUE PUDEREM PARA SUPERARMOS ESTE MOMENTO QUE ESTAMOS PASSANDO POIS NÃO É FACIL VOCE VER SEU FILHO MELHORAR E DE REPENTE RECAIR E PESSOAS JUGAREM QUE SEU FILHO É MIMADO, MUITO TRISTE ISSO FAZER O QUÊ? ORAR POR ELES  E PEDIR QUE DEUS LHES ABRAM AS MENTES E LEIAM SOBRE O AUTISMO!
Pois o tratamento e remédios ajudam, mas como a médica dele disse o remédio não irá fazer milagre nem muito menos fazer o Willian desaparecer quando surtar !
obrigada a todos beijos meus e do Willian a todos que seguem e curtem a fan page:https://www.facebook.com/WillianSamueloAutista

Vest autismo ponderada


Por Sandra Ketcham
Um colete de autismo ponderada é uma roupa terapêutica projetado para reduzir a hiperatividade, distração e comportamentos auto-estimulação em crianças com autismo ou outros transtornos invasivos do desenvolvimento .

Usando um colete ponderada Autismo

Usando um colete de autismo em uma criança ponderada com a integração sensorial ou transtornos invasivos do desenvolvimento pode ajudar a acalmar a criança, alterando a maneira como seu corpo percebe e interpreta a informação sensorial recebida. O colete fornece a pressão constante e profundo para o tronco, permitindo que a criança para processar a entrada proprioceptiva melhor e entender de onde seu corpo está no espaço.

Coletes ponderadas estão disponíveis através de fornecedores especializados ou de segunda mão através de algumas organizações e pais de crianças autistas. Eles estão disponíveis em diversas formas, estilos e materiais, e coletes mais ponderados trabalhar sob e sobre a roupa. Você também pode fazer um colete de autismo ponderada em casa usando um colete existente, pequenos pesos, e bolsos costurados.

Benefícios de Coletes ponderada
O uso de coletes ponderados é controversa, com muitos especialistas acreditando que eles podem causar mais mal do que bem. Alguns pais, educadores e pesquisadores, no entanto, apoiam fortemente o uso de coletes à prova de peso para as crianças que são hiperativos, extremamente distraído, ou que anseiam a entrada sensorial adicional. Possíveis benefícios de coletes ponderadas incluem:

Algumas crianças que são facilmente distraídos ou concentração falta pode encontrar os coletes à prova de calmantes.
Algumas evidências mostram que crianças com autismo, TDAH, Transtorno de integração sensorial , e outras doenças neurológicas podem experimentar melhora na integração sensorial e atenção ao usar um colete pesado.
Quando usado por um profissional treinado e com a permissão da criança e cooperação, coletes ponderados são seguros de usar.
A variedade de modelos e materiais disponíveis crianças médios pode vestir os coletes sob sua roupa. Isto diminui a probabilidade de problemas ou outras provocações na escola.

Estudos
Uma série de estudos analisaram os benefícios e os riscos de usar coletes ponderados sobre as crianças.

Um estudo publicado na edição de 2001 do American Journal of Terapia Ocupacional descobriu que crianças com PDD que usaram um colete ponderada mostraram melhora na atenção e uma diminuição na auto-estimulação comportamentos. Em contraste, um estudo de 2004 concluiu que o uso de um colete ponderada não causar melhora na atenção, mas causou um aumento no comportamento negativo.

Um estudo mais recente na edição de 2009 do Jornal de Transtornos do Desenvolvimento e Autismo examinado engajamento em crianças vestindo um colete pesado em comparação com aqueles sem colete. Este estudo mostrou que comportamentos problemáticos aumentou, em alguns casos, de forma significativa, em crianças vestindo um colete autismo ponderada.

Mais pesquisas são necessárias antes de uma determinação da eficácia é atingido.

Considerações

Embora pouca evidência suporta o uso de coletes ponderados para o tratamento de autismo ou distúrbios do processamento sensorial, algumas crianças apresentam uma redução nos sintomas ao usar coletes ponderados na sala de aula ou em casa.

Se você acredita que seu filho pode se beneficiar de um colete de autismo ponderada, consulte o seu filho na escola, pediatra, ou terapeuta ocupacional para obter informações sobre como obter e usar um colete. As crianças devem usar coletes ponderados somente sob orientação de um terapeuta treinado ocupacional ou outro profissional.


Estratégias de usar para crianças severamente autistas


Por Adrienne Warber
Se o seu filho recebe um diagnóstico de autismo severo, estratégias de aprendizagem de usar para crianças severamente autistas podem ajudar o seu filho eo negócio da família inteira com a vida diária. As estratégias adequadas e plano de tratamento pode ajudar crianças com autismo severo crescer para ter uma vida de conforto, dignidade e realização.

Importância da intervenção precoce

Desde que o autismo pode assemelhar-se a outras condições médicas, obter um diagnóstico correto precoce é importante. Estudos têm mostrado que crianças com autismo que receberam a intervenção precoce nos primeiros cinco anos de vida progredir significativamente mais do que as crianças afetadas que começam o tratamento do autismo na infância mais tarde. A Universidade de Michigan 2004 estudo mostrou que a intervenção precoce diminuído o impacto geral do autismo em alguns casos, a tal ponto que algumas crianças já não preenchiam os critérios para o diagnóstico de autismo por nove anos. As teorias sobre a eficácia da intervenção precoce incluem a ideia de que tratamentos estimular as células cerebrais durante o desenvolvimento do cérebro crucial.

A primeira estratégia é após o diagnóstico de um plano de tratamento começar o mais cedo possível. Pode demorar um pouco para encontrar os especialistas em autismo direita e para desenvolver o melhor programa de tratamento para o seu filho. Pesquisando o autismo e advogando para o seu filho são a chave para descobrir o que funciona melhor.

Estratégias de usar para crianças severamente autistas

Ajudar uma criança com autismo severo progresso marca será uma mistura de pequenas vitórias e grandes. Suas estratégias para o progresso deve se concentrar em ajudar o seu filho a função na vida diária, construir um senso de si, fazer conexões com outros e controlar os sintomas do autismo. Trabalhar em estreita colaboração com o seu filho médicos, terapeutas e professores a encontrar as melhores abordagens de estratégia para o seu filho.

Diárias estratégias de vida
Ensinar o seu filho habilidades básicas da vida são muitas vezes necessárias com autismo severo. Habilidades de vida para tratar podem incluir:

O treinamento Potty
Como se vestir e despir
Preparação básica, como tomar banho, escovar os dentes e pentear o cabelo

Algumas crianças com autismo severo sempre pode precisar de ajuda com essas coisas. No entanto, em outros casos, uma criança com autismo severo pode aprender o treinamento potty, higiene básica e como se vestir de forma independente. Um terapeuta ocupacional pode ajudar seu filho a aprender habilidades para a vida e ensiná-lo a encorajá-lo a alcançar a independência, tanto quanto possível.

Fornecer uma rotina diária rigorosa para o seu filho pode ajudá-lo a progredir. A necessidade de rotinas é comum no autismo, e rotinas permitem que a criança autista para antecipar o cronograma e atividades. A preferência por rotina estrita pode estar relacionado com a forma como algumas pessoas com experiência autismo um atraso na forma como eles processam certos estímulos, como a percepção do tempo . Uma rotina rigorosa pode ajudar uma pessoa a manter o foco.

Estabeleça metas realistas
Converse com seu filho terapeutas e médicos para definir metas realistas para o nível do seu filho de desenvolvimento atual. Preste atenção ao seu filho a determinar o ritmo das metas. Tendo tanto de curto prazo e metas de longo prazo pode permitir que você para celebrar cada aspecto do progresso de seu filho.

Estratégias para construir a confiança e auto-conhecimento
Sempre que possível, deixe seu filho ser tão independente quanto possível. Como seu filho faz progresso, elogiar o progresso e deixar a criança expressar-se ou completar uma tarefa por conta própria. Mesmo se completar uma tarefa será mais confusa sem a sua ajuda, é importante deixar o seu filho tentar. Toda vez que ele realiza uma tarefa ou parte de um, ele está construindo um senso de auto. Encorajar e louvar todos os auto-expressão e tentativas de independência.

Interação Social e Estratégias de Comunicação
Se o seu filho é não-verbal, uma linguagem alternativa pode ajudá-lo a se comunicar. Sistemas de linguagem alternativa, conhecida como comunicação aumentativa e alternativa (AC), pode ajudar as pessoas a interagir com os outros não-verbais e expressar-se. Exemplos de linguagens alternativas que funcionam bem com autismo são:

Picture Exchange Communication System (PECS): PECS usa uma série de imagens e gráficos em lugar de fala para ajudar as pessoas se comunicam não-verbal. Muitas pessoas com autismo respondem bem aos auxílios visuais.
Registe-idioma: A língua de sinais para o autismo também pode ser uma alternativa discurso eficaz. Assinado Língua Exatas e da American Sign Language são utilizados tanto no autismo.
Comunicação facilitada: comunicação facilitada envolve um facilitador de uma pessoa segurando a mão, o pulso ou o braço para ajudá-los a empurrar as teclas de um teclado ou ponto para cartões de imagem. O facilitador segue a liderança do cliente para ajudar a ele ou a ela se comunicam.
Você também pode encontrar formas de incentivar a interação social. Tanto o jogo terapia de Desenvolvimento e Dr. Stanley I. Greenspan, Difference-individual, baseada no relacionamento (DIR) modelo, conhecido como DIR / Floortime , pode ajudar os pais a se conectar com crianças com autismo. Tanto a terapia jogo e DIR / Floortime envolver criança liderada jogos e actividades que estimulem a interação social baseado nos interesses da criança. A Universidade de York 2007, estudo britânico descobriu que um menino de seis anos de idade com autismo severo respondeu a ludoterapia, mostrando uma ligação crescente à sua terapeuta, bem como demonstrando melhora habilidades sociais e fingir jogo.

Gerenciando Os sintomas do autismo
Você também vai precisar para desenvolver estratégias para controlar os sintomas do autismo. Análise Comportamental Aplicada (ABA) é uma forma de lidar com o comportamento indesejável e incentivar o bom comportamento. O método de tratamento envolve a modificação e controlar o comportamento com uma rigorosa rotina, repetição e reforço positivo.

Se o seu filho tem problemas sensoriais, terapia de integração sensorial pode ajudar uma criança a melhorar as respostas a estímulos. Você também pode criar uma sala de jogos sensoriais em casa sob medida para problemas sensoriais do seu filho para complementar as sessões de terapia.

Esperança para o futuro

Alguns dias pode ser difícil, mas você vai ver o progresso que você continue a trabalhar com o seu filho. Crianças com autismo severo estão respondendo aos tratamentos do autismo atuais e pesquisa do autismo continua por mais respostas. Seu amado filho pode ter uma vida feliz, cumprindo com dignidade.
fonte:http://autism.lovetoknow.com/autism-children/strategies-use-severely-autistic-children


Birras e Autismo


Por Sandra Ketcham
Birras e autismo muitas vezes andam de mãos dadas. Quase todos os pais é obrigado a lidar com uma birra em algum momento, mas birras em crianças autistas são geralmente muito mais grave do que "normais" birras. Para gerenciar de forma eficaz meltdowns nessas crianças, é importante compreender as causas por trás deles. Embora cada criança é diferente, as mesmas questões básicas desencadear a maioria das crianças com autismo.

Ligação entre birras e Autismo

As crianças pequenas costumam ter acessos de raiva quando se tornam muito cansada, com raiva, ou chateado. Estes acessos de raiva são geralmente leves e cessa quando a criança percebe que a mãe não está prestando atenção. Em crianças autistas, as birras podem escalar e se tornar violento. Crianças com transtornos autistas podem não compreender ou lembrar por que eles estão chateados, e as birras não aliviar ou parar quando ignorado. Estas crianças apresentam uma maior perda de controle do que as outras crianças.

Rompimento de rotina
Mesmo pequenas mudanças na rotina podem desencadear crises de birra em crianças autistas. Rotinas e horários permitem que as crianças se sentir seguro e no controle de seu ambiente. Sabendo que a hora do lanche sempre segue uma soneca, ou que a terapia ocorre todas as tardes antes do jantar, reduz a ansiedade e proporciona conforto. Quando da nomeação, de fora da cidade-convidados, ou uma viagem surpresa ao ver Mickey Mouse alterar horários diários, as crianças com autismo podem tornar-se extremamente confuso e irritado. As birras resultantes podem ser violento e prolongado.

Superestimulação e sobrecarga sensorial
Muitas crianças com transtornos autistas tornam-se mais estimulado pelo barulho ou atividade no meio ambiente . As crianças autistas têm mais probabilidade do que outras crianças estão a sofrer de distúrbios de integração sensorial que aumentam a sensibilidade à luz, barulho, ou certas texturas. Estímulos ambientais, como as etiquetas na roupa, luzes piscando de televisão, salas de superaquecimento, carpete áspero, ou cães latindo tudo pode causar um colapso.

Dificuldades frustração e Comunicação
Crianças autistas têm direções compreensão de dificuldade, expressar seus pensamentos e sentimentos, e formação de conexões entre as palavras e seus significados. Devido à sua incapacidade de se comunicar, essas crianças são facilmente frustrados e mais propenso a acessos de raiva e raivas. Questionando seu filho para determinar a fonte de sua frustração é geralmente uma má idéia, enquanto ele está nos lances de um colapso. É provável que você aumentar sua frustração e fazer com que a birra se intensificar.


Birras de gestão, em crianças autistas

Porque as crianças autistas têm acessos de raiva por motivos diferentes do que as outras crianças, e porque eles são incapazes de se expressar claramente, gestão de seus colapsos pode ser difícil. As crianças autistas raramente esperneava para manipular adultos ou produzir uma resposta emocional de outros, o que torna a punição uma estratégia ineficaz. Prevenção birras é importante, como pará-los, uma vez que começar é quase impossível. Birras autistas podem piorar rapidamente em raivas violentas, perigosas. Felizmente, você pode gerenciar as birras e autismo.


Atenha-se um rigoroso calendário
Uma das maneiras mais fáceis para garantir a sua casa permanece birra livre é criar uma rotina. Antes de começar, você deve passar alguns dias observando relógio natural do seu filho e preferências. Se seu filho acorda ao mesmo tempo todas as manhãs, ou torna-se cansado, ao mesmo tempo, todas as noites, escreve que as informações abaixo e usá-lo como uma base para o resto de sua programação. Depois de ter estabelecido uma rotina em sua casa, o seu filho autista provavelmente vai se sentir mais confortável e seguro, e as birras deve tornar-se cada vez menos freqüentes.

Reduzir a estimulação ambiental
Se o seu filho reage negativamente a ruídos altos, luzes brilhantes ou temperaturas quentes, considere fazer algumas alterações em sua casa para reduzir esses gatilhos. Criar um espaço calmo em sua casa para o seu filho para ir quando ele se sente mais estimulado ou frustrado, e fazer um esforço para reduzir o nível de atividade geral dentro de sua casa durante as horas do seu filho está em casa e acordado. Máquinas de ruído branco, música calma, ou o som de tanques de peixes acalma algumas crianças autistas. Pode levar algum tempo para determinar o que funciona melhor para o seu filho específico, por isso não desanime se suas primeiras tentativas falham.

Redirecionamento e Distração
Quando você sentir um colapso é iminente, pode ser possível redirecionar a atenção de seu filho para evitar uma birra completo. Distrair a criança, desviando sua atenção para uma atividade calmante, ou introduzir um objeto conforto para acalmá-lo. Se o seu filho quer ser deixado sozinho, fazer o que ele quer e sair da sala. Fique dentro do alcance de audição, no entanto, no caso de ele precisa de você ou perde o controle e se coloca em perigo. Muitas vezes, a mudança de ambiente é suficiente para evitar um ataque de ocorrer.

Mantendo o seu filho autista Seguro

A segurança deve ser a sua principal preocupação na gestão de birras e autismo. Crianças autistas podem perder o controle emocional e físico rapidamente, o que pode levar a mobília quebrada ou ossos. Se você acredita que a birra escalou a este ponto, é importante para mover o seu filho para um local mais seguro e remover quaisquer perigos no ambiente imediato. Se o seu filho autista torna-se uma ameaça para si mesmo ou para os outros, buscar ajuda de fora.

Desenvolver um plano de emergência de segurança com o médico do seu filho ou terapeuta, e colocar esse plano em ação antes de o seu filho se machuca. Consultar o médico do seu filho se as birras parecem estar a piorar na freqüência ou intensidade, como uma série de condições médicas podem causar acessos de raiva em crianças autistas, inclusive enxaquecas, distúrbios convulsivos, e infecções de ouvido. Com um pouco de tempo e esforço, é possível compreender e controlar acessos de raiva de seu filho temperamento.
10 maneiras de lidar com birras

Por Ella Chuva
Lidar com birras é muito estressante, mas algumas estratégias podem ajudar, dependendo da situação.

Parte do desafio é determinar a causa do comportamento. Olhando para o comportamento como a comunicação pode ajudar a lançar luz sobre o antecedente possível, o fator que defina a birra em movimento. Alguns pais de crianças com autismo manter um registro dos comportamentos negativos se eles ocorrem regularmente. Um registro comumente utilizado é o gráfico ABC que controla o seguinte:

Antecedente é o que aconteceu imediatamente antes do ataque.
Comportamento especifica os detalhes sobre a explosão.
Conseqüência é o que aconteceu imediatamente após o ataque.
É uma boa idéia de incluir a hora do dia, as pessoas presentes e do lugar que o incidente ocorreu na carta. Esses detalhes podem ajudar a descobrir um padrão e possíveis gatilhos. Por exemplo, a criança pode tender a ter explosões de 20 minutos após o almoço. Os pais podem continuar a explorar os possíveis gatilhos, observando o que a criança come para o almoço e se uma birra ocorre após comer certos alimentos.

Enquanto o gráfico ABC pode ajudar a determinar um padrão, não é muito útil quando você está em um lugar público e seu filho tem um colapso. Opções viáveis ​​para lidar com as birras quer em casa, escola ou na comunidade pode oferecer alívio.

10 maneiras de lidar com birras

As estratégias para lidar com as birras das crianças autistas não pode ser apropriado para todos. Seu estilo parental é um fator a considerar e seguir com temperamento domar técnicas que vão contra a sua personalidade pode não ser eficaz. Em alguns casos, as técnicas de trabalho depois de algumas tentativas e erros.

Reter a atenção , anteriormente referidos como "planejado ignorando", pode parecer uma forma ineficaz para lidar com as birras, mas quando você pensa sobre as possíveis razões que o comportamento ocorre, ele pode trabalhar. A abordagem exige que os pais de continuar como se nada estivesse errado, dando à criança nenhum feedback para o comportamento. A abordagem pode exigir várias tentativas antes que ele entre em vigor. Tenha em mente que você está ignorando o comportamento, não a criança.
Mantenha a calma e consistente , embora isso possa parecer impossível, considerando a natureza emocionalmente carregada da explosão comportamental. Respostas altamente emocionais podem alimentar o comportamento.
Chegar a um ambiente seguro para garantir que seu filho não prejudicar a si mesmo , os outros ou propriedade.
Redirecionar o comportamento em seu início. Depois de reconhecer que a crise está prestes a ocorrer, imediatamente redirecionar o comportamento da criança para outra coisa.
Use frases de sinal para ajudar seu filho a calma e organizar o seu comportamento. Isso pode incluir levando-a a dizer: "Ainda não" ou "eu espero", como forma de internalizar as instruções. As frases capacitar a criança, em vez de controlá-lo. Considere a diferença entre dizer ao seu filho que ele tem que esperar e ele dizendo a si mesmo que é hora de esperar.
Pistas visuais podem ajudar as crianças que não podem falar. A Imagem Sistema de Comunicação Exchange (PECS) usa cartões de imagem que incluem calma, parar, esperar e outras pistas que podem ajudar a criança sabe o que é esperado eo que esperar.
Faça conseqüências rápida e significativa para assegurar que a criança reconhece que o comportamento não irá resultar no que ela quer. Às vezes, isso se traduz em montá-lo para fora, o que pode ser dolorosamente embaraçoso em locais públicos, mas ceder às exigências para conter a explosão só reforça o comportamento.
Contagem pode ajudar para algumas crianças que sabem que eles têm até a contagem de três para se acalmar. Com a prática, poderá crianças imediatamente parar o comportamento na contagem de um. Ao praticar essa estratégia, não usar palavras que não sejam os números e, quando chegar a três, seguir com uma conseqüência, como um time-out.
Use objetos familiares para redirecionar a atenção. Algumas crianças podem ter problemas sensoriais que precisam ser atendidas. Escolha um objeto favorito e permitir que a criança "stim" em situações estressantes.
Mantenha o foco em seu filho é outra peça difícil de conselhos a seguir quando os olhos de estranhos despeje sobre o incidente. No entanto, se preocupar com o que os outros pensam sobre suas competências parentais não vai ajudar a matéria.
Birras são uma grande fonte de estresse, mas é importante ter em mente que o autismo não é uma desculpa para o mau comportamento. Problemas sensoriais, a fome, fadiga e frustração pode entrar em jogo, e abordar as necessidades da criança pode afastar os acessos de raiva. Meltdowns ocorrer e alguns simplesmente não podem ser evitados. Todos eles uma coisa que têm em comum, eles fazem final eventualmente.
fonte:http://autism.lovetoknow.com/10_Ways_to_Deal_with_Tantrums