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20 outubro 2012

Katy Perry faz dueto de 'Firework' com menina autista

Prepara o coração porque vai ser difícil assistir a esse vídeo e não se arrepiar. O programa de TV “Night of Too Many Stars”, que busca arrecadar dinheiro para escolas e instituições que trabalham com o autismo, promoveu o encontro de Katy Perry com uma fã muito especial.A pequena Jodi DiPiazza é autista e com o incentivo de seus pais e professores, desenvolveu seus talentos na música.Jodi é apaixonada por Katy Perry e se encontrou com a cantora em um programa da TV dos Estados Unidos para fazer um dueto da música 'Firework'. Jodi se apresentou no piano e cantou junto com sua diva.

15 outubro 2012

Tecnicas para utilizar quando a criança se agride ou faz birras para conseguir o que quer


Aqui está uma pergunta que me foi feita recentemente por um pai que faz o Programa Son-Rise com o filho.

"Tem sido uma semana difícil para o meu filho Mateus. Ele está a agredir-se muito e também se arranha até rasgar a pele quando se sente frustrado; grita imenso ... alguma sugestão sobre o que podemos fazer para ajudá-lo??

Adorava dar-lhe algumas ferramentas para ajudar o Mateus, mas primeiro quero destacar que nós só sabemos o que ele está a fazer, e não necessariamente o que ele está a sentir (a menos que ele vos disser "Estou frustrado").

Quando assumimos que ele está frustrado, vamos estar mais focados em melhorar os seus sentimentos e a tentar mantê-lo feliz, versus ajuda-lo a encontrar uma forma mais eficaz de se comunicar. Tirando este pressuposto fora da equação, ajudá-lo-a a avaliar a situação com mais clareza e assim poder ver que ele está a tentar usar esse comportamento para dizer algo. Talvez, quando ele fez isso, as pessoas à sua volta reagem mais rapidamente ( disse que tinha sido " uma semana dificil", sugerindo que tenha tido uma determinada atitude) ou talvez algo não estava a ser como o seu filho queria, e ele fez o melhor que sabia para comunicar alguma coisa que seria para ele um desafio comunica-lo com palavras. Aqui estão três ferramentas que pode usar para ajudá-lo.

1) Intenção - para ajudá-lo a encontrar uma forma de se comunicar e que as pessoas vão entender.

2) Atitude - estar confortável, calmo e amoroso (a calma na tempestade), acreditando que ele está fazendo o melhor que pode com o que ele tem. Ele não vai fazer algo que não resulte de forma a atingir os seus objectivos.

3) Ação - Mova-se lentamente (contrariamente aos 3 E)sempre que ele exibir esse tipo de comportamentos, explique que não entende o que significa quando ele faz isso. Não lhe dê o que acha que ele quer de imediato, fazendo isso irá ensinar-lhe que aquele comportamento resulta; quando ele quer alguma coisa . Quando ele está a usar palavras, sons ou comunicação não verbal (por exemplo, apontando, empurrando algo quando não quer o que lhe está a oferecer, tapando as orelhas, etc) responda com rapidez e celebre para por ele ter mostrado o que quer.

Se não sabe o que ele quer, docemente diga-lhe que ele pode usar palavras, sons ou os olhos para lhe mostrar , e que você entende quando ele faz isso. Se sabe o que ele quer, mas se decidiu que não quer dar-lhe (por exemplo, outro biscoito, abrir a porta do quarto de brinquedos, etc.) Amorosamente explique-lhe que, mesmo que ele se agrida, não vai ter a coisa que quer.
fonte: https://www.facebook.com/notes/vencer-autismo/tecnicas-para-utilizar-quando-a-crian%C3%A7a-se-agride-ou-faz-birras-para-conseguir-o/472191382821400

SINAIS E EXAMES


Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir os seguintes marcos de linguagem:

  • Balbuciar aos 12 meses
  • Gesticular (apontar, dar tchau) aos 12 meses
  • Dizer palavras soltas antes aos 16 meses
  • Dizer frases espontâneas de duas palavras aos 24 meses (não só repetir)
  • Perder qualquer habilidade social ou de linguagem em qualquer idade
  • Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo (como a lista de verificação de autismo em crianças [CHAT] ou o questionário para triagem de autismo).
  • Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos de um livro chamado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º ed.
  • Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como
  • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADI-R)
  • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
  • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
  • Escala de classificação do autismo de Gilliam
  • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento, estágio 3
  • As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos (em busca de anomalias nos cromossomos).

O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas a avalie. Eles podem avaliar:

  1. Comunicação
  2. Linguagem
  3. Habilidades motoras
  4. Fala
  5. Êxito escolar
  6. Habilidades de pensamento

Às vezes, as pessoas relutam em fazer o diagnóstico porque se preocupam em rotular a criança. No entanto, sem o diagnóstico, a criança pode não receber os tratamentos e os serviços necessários.
TRATAMENTO
Um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com autismo. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.
O tratamento tem mais êxito quando é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias disponíveis, incluindo:

  • Análise aplicada do comportamento (ABA)
  • Medicamentos
  • Terapia ocupacional
  • Fisioterapia
  • Terapia do discurso/linguagem
  • Terapias de integração sensorial e da visão também são comuns, mas há poucas pesquisas que comprovam sua eficácia. O melhor plano de tratamento pode usar uma combinação de técnicas.

ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO (ABA)
Este programa é para crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. Pode ser eficaz em alguns casos. 
A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento.
Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental. Esses programas podem ser muito caros e não foram amplamente adotados pelos sistemas escolares. Os pais muitas vezes procuram financiamento e auxílio profissional em outros lugares, o que pode ser difícil em muitas comunidades.

TEACCH
Outro programa é o Tratamento e educação para autistas e crianças com déficits relacionados à comunicação (TEACCH). O TEACCH foi desenvolvido como um programa estadual na Carolina do Norte, EUA. Ele utiliza programas com imagens e outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.
O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.
MEDICAMENTOS
Muitas vezes são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os autistas apresentem, incluindo:

  • Agressividade
  • Ansiedade
  • Problemas de atenção
  • Compulsões extremas que a criança não pode controlar
  • Hiperatividade
  • Impulsividade
  • Irritabilidade
  • Alterações de humor
  • Surtos
  • Dificuldade para dormir
  • Ataques de raiva

Atualmente, somente a risperidona foi aprovada para tratar a irritabilidade e a agressividade do autismo que podem ocorrer em crianças de 5 a 16 anos. Outros medicamentos que também podem ser usados incluem ISRSs, divalproato de sódio e outros estabilizadores de humor e possivelmente estimulantes, como o metilfenidato. Não há medicamentos para tratar o problema subjacente do autismo.
DIETA
Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos. Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos.
Se você está considerando essas ou outras alterações alimentares, fale com um médico especialista no sistema digestório (gastroenterologista) e com um nutricionista. Você deve garantir que a criança continue ingerindo calorias e nutrientes suficientes e que tenha uma dieta balanceada.
OUTRAS ABORDAGENS
Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.
Em um momento, houve muita empolgação com o uso de infusões de secretina. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito. No entanto, as pesquisas continuam.

fonte:http://medico.uol.com.br/br/topic/autismo/sinais-e-exames#

CAUSAS, INCIDÊNCIA E FATORES DE RISCO


O autismo é uma doença física vinculada à biologia e à química anormais no cérebro. As causas exatas dessas anomalias continuam desconhecidas, mas essa é uma área de pesquisa muito ativa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que leva ao autismo.
Os fatores genéticos parecem ser importantes. Por exemplo, é muito mais provável que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos. Da mesma forma, as anomalias de linguagem são mais comuns em parentes de crianças autistas. Anomalias cromossômicas e outros problemas do sistemas nervoso (neurológicos) também são mais comuns em famílias com autismo.
Já houve suspeitas de várias outras causas possíveis, mas nenhuma foi comprovada. Elas incluem:

  • Dieta

Alterações no trato digestório
Contaminação por mercúrio
A incapacidade do corpo de utilizar vitaminas e minerais de forma adequada
Sensibilidade a vacinas

  • AUTISMO E VACINAS

Muitos pais têm medo de que alguma vacina não seja segura e que possa prejudicar seu bebê ou criança. Eles podem pedir ao médico ou enfermeira que esperem ou até mesmo recusar a aplicação da vacina. No entanto, é importante pensar também nos riscos de não vacinar a criança.
Algumas pessoas acreditam que uma pequena quantidade de mercúrio (chamada de timerosal), que é um conservante comum em vacinas multidose, causa autismo ou TDAH. No entanto, as pesquisas NÃO indicam que esse risco seja verdadeiro.
A American Academy of Pediatrics e The Institute of Medicine (IOM) dos EUA concordam que nenhuma vacina ou componente dela é responsável pelo número de crianças que atualmente são diagnosticadas com autismo. Eles concluíram que os benefícios das vacinas são maiores do que os riscos.
Todas as vacinas de rotina da infância estão disponíveis em formas de dose única em que não foi adicionado mercúrio.
O site dos Centers for Disease Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) oferece mais informações.
QUANTAS CRIANÇAS TÊM AUTISMO?
O número exato de crianças com autismo é desconhecido. Um relatório publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA sugere que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imaginava. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.
O autismo afeta 3 a 4 vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo.
Alguns médicos acreditam que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno. O termo "autismo" agora inclui um espectro mais amplo de crianças. Por exemplo, hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada estranha há 30 anos.
Outros transtornos de desenvolvimento pervasivo incluem:

  • Síndrome de Asperger (como o autismo, mas com desenvolvimento normal da linguagem)
  • Síndrome de Rett (muito diferente do autismo e só ocorre no sexo feminino)
  • Transtorno desintegrativo da infância (doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade)
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo - não especificado (TPD-NE), também chamado de autismo atípico
  • SINTOMAS
  • A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em:
  • Brincar de faz de conta
  • Interações sociais
  • Comunicação verbal e não verbal
  • Algumas crianças com autismo parecem normais antes de 1 ou 2 anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo.

Uma pessoa com autismo pode:

  • Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usá-las)
  • Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina
  • Fazer movimentos corporais repetitivos
  • Demonstrar apego anormal aos objetos
  • Os sintomas podem variar de moderados a graves.
  • Os problemas de comunicação podem incluir:
  • Não poder iniciar ou manter uma conversa social
  • Comunicar-se com gestos em vez de palavras
  • Desenvolver a linguagem lentamente ou não desenvolvê-la
  • Não ajustar a visão para olhar para os objetos que as outras pessoas estão olhando
  • Não se referir a si mesmo de forma correta (por exemplo, dizer "você quer água" quando a criança quer dizer "eu quero água")
  • Não apontar para chamar a atenção das pessoas para objetos (acontece nos primeiros 14 meses de vida)
  • Repetir palavras ou trechos memorizados, como comerciais
  • Usar rimas sem sentido

Interação social:

  • Não faz amigos
  • Não participa de jogos interativos
  • É retraído
  • Pode não responder a contato visual e sorrisos ou evitar o contato visual
  • Pode tratar as pessoas como se fossem objetos
  • Prefere ficar sozinho, em vez de acompanhado
  • Mostra falta de empatia
  • Resposta a informações sensoriais:
  • Não se assusta com sons altos
  • Tem a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos
  • Pode achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos
  • Pode evitar contato físico por ser muito estimulante ou opressivo
  • Esfrega as superfícies, põe a boca nos objetos ou os lambe
  • Parece ter um aumento ou diminuição na resposta à dor
  • Brincadeiras:
  • Não imita as ações dos outros
  • Prefere brincadeiras solitárias ou ritualistas
  • Não faz brincadeiras de faz de conta ou imaginação

  • Comportamentos:
  • Tem acessos de raiva intensos
  • Fica preso em um único assunto ou tarefa (perseverança)
  • Tem baixa capacidade de atenção
  • Tem poucos interesses
  • É hiperativo ou muito passivo
  • Tem comportamento agressivo com outras pessoas ou consigo
  • Tem uma necessidade intensa de repetição
  • Faz movimentos corporais repetitivos

fonte: http://medico.uol.com.br/br/topic/autismo/causas-incidencia-e-fatores-de-risco#

Poderia um Exame de Sangue Detectar Autismo Precoce?

Uma empresa desenvolveu um simples exame de sangue para identificar a maioria dos casos de autismo - mas determinar se ele realmente funciona não é tão simples.


Uma empresa chamada SynapDx espera que um simples exame de sangue seja capaz de identificar a maioria dos casos de autismo em crianças muito mais rápido que as avaliações atuais. Na Conferência de Genética para o Consumidor em Boston na semana passada, o fundador e diretor executivo da SynapDx Stanley Lapidus disse que a empresa iria em breve começar a avaliar a capacidade de seu teste de diagnóstico, o qual examina a atividade do gene, para identificar as crianças com o transtorno. Enquanto tal exame seria de grande valia se for bem sucedido, o conceito é "arriscado", diz um consultor científico da empresa, porque ainda não se sabe se há um marcador molecular para o autismo.

Estima-se que uma em cada 88 crianças nos Estados Unidos foi diagnosticada com um transtorno do espectro do autismo em 2008, de acordo com o Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O autismo é referido como um distúrbio de espectro porque é provávelmente uma mistura de várias condições diferentes. Os afetados podem apresentar uma grande variedade de sintomas, de embaraço social e obsessões incomuns até atrasos significativos de linguagem e deficiência intelectual. Embora a causa da doença não seja totalmente esclarecida, os pesquisadores identificaram fatores tanto genéticos como ambientais (ver, por exemplo, "Deleção de DNA Ligada ao Autismo" e "Novos Pensamentos sobre o Autismo").

Enquanto não existem tratamentos medicamentosos disponíveis, a terapia comportamental pode ajudar cerca de 20% dos pacientes, diz Lapidus. Mas esta terapia é mais eficaz se começa cedo, e o diagnóstico pode levar anos. Apenas 20% das crianças são diagnosticadas com a idade de três anos, ele diz, e o diagnóstico é baseado na observação direta da criança, bem como nos relatórios dos pais sobre o comportamento da criança. Em média, os pais começam a se preocupar quando a criança tem cerca de 19 meses de idade, mas não obtem um diagnóstico até que a criança tenha quatro anos e meio.

"É um caminho muito longo, e o tamanho dessa jornada prejudica os resultados", Lapidus disse à platéia. "A cada mês, a cada ano que seu filho não é diagnosticado significa a diminuição da chance da terapia comportamental influenciar o resultado."

Lapidus espera que teste SynapDx seja capaz de identificar a maioria das crianças com transtornos do espectro do autismo em uma idade muito mais jovem. A empresa vai anunciar em breve um estudo de 600 pacientes que irá testar a forma atual do ensaio contra os diagnósticos feitos pelo método atual de avaliação. Outros grupos também estão trabalhando em exames moleculares para o autismo: por exemplo, no mês passado pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, anunciaram que tinham desenvolvido um teste genético que "previa corretamente ASD com mais de 70% de precisão em pessoas de ascendência na Europa central."

O exame da empresa é baseado no trabalho do Hospital Infantil de Boston, diz Lapidus. Os pesquisadores Isaac Kohane e Louis Kunkel identificaram um perfil molecular de 245 genes regulados exclusivamente em pacientes com transtornos do espectro do autismo. Um exame de sangue com base no trabalho dos pesquisadores pode identificar autismo com 85% de precisão, de acordo com o hospital. A empresa também licenciou a tecnologia da pesquisadora em autismo Valerie Hu, da Universidade George Washington. Equipe de Hu identificou diferenças na atividade genéticas em pacientes com transtornos do espectro do autismo.

"Pelo menos quatro grupos diferentes identificaram potenciais biomarcadores", diz Dan Geschwind, diretor do Centro de Pesquisa e Tratamento do Autismo da Universidade da Califórnia, Los Angeles, e consultor científico da SynapDx. Mas nenhum desses grupos, incluindo o seu próprio, provou que estes biomarcadores podem distinguir prospectivamente crianças autistas de não-autistas, diz ele.

"Essa proposta toda de procura de marcadores no sangue não é sem risco significativo", diz ele. "Vale a pena procurar, mas isso não significa que vamos encontrá-los."

O valor de tais biomarcadores seria para diagnósticos precoces. "Quanto mais cedo se pode iniciar intervenções, melhor", disse Hu. No momento, todas as intervenções tendem a ser comportamentais, diz ela, mas seu objetivo é utilizar perfis de atividade de genes não apenas como uma forma de diagnóstico, mas também para "entender a biologia por trás do autismo, a fim de desenvolver novas terapias".

Ainda assim, o fato de que os médicos e pesquisadores ainda não entendem completamente o autismo faz um teste como este parecer estar à frente da pesquisa. "Um diagnóstico molecular neste momento é pior do que prematuro - ele tem o potencial de ser enganoso", diz Jeanne Loring, pesquisadora de células-tronco no Scripps Institute, que estuda a base molecular do autismo. "O autismo é um transtorno do espectro, com uma série de variações", ela diz; ela acredita que precisamos compreendê-las melhor antes que muito mais avanços possam ser feitos.
fonte:http://www.technologyreview.com.br/read_article.aspx?id=41478

12 outubro 2012

O BLOG FOI selecionado entre os 100 melhores no top blog vamos para a segunda fase entrem e votem

http://selo.topblog.com.br/adserver/selo
/logClickRedireciona.php?cod=a227db5656_18106537
QUERO AGRADECER COM CARINHO A TODOS QUE VOTARAM PARA MELHOR BLOG NESTE BLOG POIS VOCÊS NÃO IMAGINAM O QUANTO ISSO NOS FORTALECE EM PROSSEGUIR AQUI COM RELATOS E INFORMAÇÕES SOBRE O AUTISMO AGORA VAMOS PARA A SEGUNDA FASE POR FAVOR ENTRE E VOTE NOVAMENTE VOCE PODE VOTAR PELO FACEBOOK TWITTER E EMAIL CONFIRMANDO PELO EMAIL POR FAVOR VOTEM E NOS APOIE MEU MUITO OBRIGADA PELO INCENTIVO A TODOS ABRAÇOS MEU E DO WILLIAN!

É SÓ CLICAR NO LINK:http://www.topblog.com.br/2012/index.php?pg=busca&c_b=18106537

DESABAFO E DESENVOLVIMENTO E PROGRESSO DO WILLIAN


COMO JÁ HAVIA RELATADO NO ÚLTIMO POST SOBRE O PROGRESSO DO WILLIAN
ELE REALMENTE REGREDIU NO TRATAMENTO; CONFESSO QUE EU ESTAVA ME PREPARANDO PARA ISSO MAS NÃO ESPERAVA QUE SERIA TÃO TERRÍVEL.
ESTOU MUITO TRISTE, ANGUSTIADA, MAS SABIA QUE POR FORÇAR ALGO QUE ELE DEMORARIA ACEITAR E ACEITOU QUE FOI A COMIDA;
MAS DEVIDO À FORTES MUDANÇAS ESTE ANO, TEM SIDO O MAIS DIFÍCIL QUE HOUVE MUDANÇA NO TRANSPORTE E NO HORÁRIO DE AULA DELE QUE DA MANHÃ PASSOU PARA O PERIODO DA TARDE... SEM FALAR DE OUTRAS COISAS QUE OCORRERAM COM O WILLIAN EM SALA DE AULA QUE ME ENTRISTECEM SABER QUE  PIOROU AS COISAS.
CONCLUSÃO:
O WILLIAN ESTÁ SURTANDO DEMAIS ONDE TEM AULA E ESTÁ ATÉ SEGUNDA ORDEM SEM PODER IR A AULA DEVIDO AOS ACONTECIMENTOS. AINDA ESTE MÊS TERÁ UMA REUNIÃO QUE IRÃO VER O QUE FAZER PELO CASO.
GOSTARIA DE RELATAR SÓ COISAS BOAS ; MAS QUERO DIZER QUE TUDO NA VIDA PASSAMOS POR ALTOS E BAIXOS E COM A AUTISMO NÃO É DIFERENTE
HÁ PROGRESSOS E RECAÍDAS ESTAVA CIENTE DISSO.
CONFESSO QUE ME SINTO PÉSSIMA, MAS PENSAVA EU QUE A MELHORA DELE SERIA TÃO GRANDE ESTE ANO QUE PODERIA A VOLTAR A FAZER ALGO QUE ALMEJO...
OBRIGADA A TODOS QUE SEGUEM O BLOG!
ABRAÇOSS MEU E DO WILLIAN FIQUEM COM DEUS
QUANDO EU CHORAR VOU ME LEMBRAR ..QUE ATÉ AQUI TUA MÃO SENHOR ME SUSTENTOU! OBRIGADA SENHOR!